11 novembro 2009

GPJor na España











O doutorando Frederico Tavares participa nos dias 12 e 13 de novembro das "I Jornadas de Diseño en la Sociedad de la Información" que acontecerão na Universidad Rey Juan Carlos de Madrid. O evento tem como tema a configuração do mercado de trabalho do campo gráfico na Espanha e contará com palestras de profissionais da área e com comunicações científicas voltadas para os estudos visuais no jornalismo e nos meios de comunicação.
Mais informações no site das Jornadas.
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(Fred Tavares, desde Madrid)

10 novembro 2009

Sobre a mídia impressa

Em entrevista ao NUPEJOR/UFRGS, Sergio Picciarelli, responsável por viabilizar projetos especiais nas revistas da Editora Abril, fala sobre o livro “Encartes Especiais: a mídia impressa em busca de novas formas de comunicar”. Picciarelli aponta potencialidades na sensibilização do leitor, como a utilização de recursos só possíveis no suporte papel, e aposta que esses formatos, já experimentados na publicidade, têm potencial para chegar ao jornalismo. Confira a entrevista no blog.
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(Angela Zamin)

05 novembro 2009

Seminário de Tese e Grupo de Pesquisa

A doutoranda Aline Roes Dalmolin apresentará o trabalho “Valores modernos e tradicionais em revistas católicas brasileiras dos anos 1980: o discurso sobre família em Rainha e Família Cristã”, no Seminário de Tese que será realizado durante o próximo encontro do Grupo de Estudos em Jornalismo, no dia 10 de novembro, às 14 horas no PPGCOM. Nesta mesma reunião, os mestrandos que ingressaram no Programa em 2009 terão a oportunidade de debater o andamento de suas pesquisas com os demais integrantes do grupo.

(Aline Weschenfelder)

04 novembro 2009

Simplista demais

Ao observar a cobertura jornalística atual pode-se delinear uma avaliação sobre o modo de fazer jornalismo de alguns veículos de comunicação. A capacidade de desagregar e descontextualizar informações, isolando-as das demais relativas à questão central tratada, dá margem para compreender que o jornalismo praticado hoje deixa de atender aos anseios de uma sociedade que, num processo continuo de complexificação, não pode mais ser tratada apenas como uma massa de consumidores de informação.
Toma-se como exemplo a notícia publicada numa agência de notícias on-line, no dia 22 de agosto deste ano. Os profissionais deste veículo se reduziram a informar apenas as condições em que ocorreu a morte do trabalhador rural Elton Brum da Silva, de 44 anos, alvejado pelas costas durante ação de despejo da Brigada Militar ocorrida na manhã do dia 21 de agosto, em São Gabriel (RS). Elton estava entre as famílias sem terra que ocupavam a Fazenda Southall, reinvindicando a desapropriação do restante da área para a reforma agrária.
Ao publicar o texto jornalístico, o veículo ofereceu uma abordagem simplista, preocupando-se apenas em revelar dados colhidos junto aos sem-terra, sem sequer esclarecer o ponto de vista das autoridades policiais e representantes do Estado, como forma de contraponto. Sem contar a falta de contextualização sócio/histórica que deveria acompanhar o texto, para possibilitar ao leitor o entendimento dos sucessivos acontecimentos que tem norteado a questão agrária nos últimos anos no Rio Grande do Sul.
Mas o jornalismo praticado pela agência de notícias aqui analisada é comumente enxergado em outros periódicos que circulam por aí. Essa caracterização pode ser vislumbrada a partir do que a professora de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Chile, Mar de Fontcuberta, chama de Jornalismo Mosaico. Segundo a pesquisadora, a partir da desagregação de informações, da explicação dos conteúdos mediante a simplificação, da busca por responder a um formato preestabelecido e, ainda, da construção de pautas sem articulação com outras são marcas do jornalismo atual. Para a autora, “o princípio da simplicidade ou bem separa o que está ligado (disjunção) ou bem unifica o que está disperso (redução). E por isso distorce.”
Corroborando com a autora, pode-se considerar que a maioria dos meios de comunicação atua em relação inversa ao progresso da sociedade, quando as páginas se convertem em um espaço no qual as notícias são escritas sem articulação e, por conseguinte, dificultam os sentidos no campo receptor. É necessário mudanças. Não é mais pensável um jornalismo dirigido a um leitor simples, mas a uma pessoa acostumada a buscar explicações e analisar a sociedade.
Se aceitarmos o fato de estarmos inseridos uma sociedade complexa, em que se multiplicam as interações entre os media e seus leitores, parece claro que o jornalismo que respeite essa complexidade corresponda a um leitor que seja capaz de interpretá-la.

(Maicon Kroth)

Texto apresentado na disciplina de Crítica das Práticas Jornalísticas.

23 outubro 2009

Jornalismo e Ciência

Segue uma citação interessante, de um pesquisador que via o labor científico tal qual o de um "super-reportero":
"Es tarea de la ciencia reducir la expresión inarticulada de nuestros sentimientos individuales a un universo de discurso común y crear un mundo objetivo e inteligible a partir de nuestras experiencias privadas" (Robert E. Park).

(Fred Tavares, desde Madrid)

20 outubro 2009

Seminário Unisinos-Santander

A mestranda Maria Joana Chaise apresentará o trabalho “A participação do público no espaço Leitor-Repórter: possibilidades e desafios” no I Seminário de bolsistas Unisinos-Santander no dia 20 de outubro, às 13h30 na Sala de Seminários I.
O Seminário acontecerá nos dias 20 e 21 de outubro com apresentações de Pesquisas Científicas pelos bolsistas do PPG do Banco Santander, e acontecem nas Salas de Seminários I e II da Biblioteca da Unisinos. Mais informações aqui.

(Aline Weschenfelder)

19 outubro 2009

50 anos de telejornal em Portugal

Portugal está a comemorar 50 anos de telejornal. Trata-se do programa de mesmo nome, veiculado pela emissora pública RTP – Rádio Televisão Portugal. Numa promoção conjunta com o CECS - Centro de Estudos Comunicação e Sociedade, da Universidade do Minho, foi realizada a Conferência 50 Anos de Telejornal: entre o passado e o futuro, na Fundação das Comunicações, em Lisboa.
Por meio dos 50 anos de Telejornal, da RTP, é possível recontar a história do telejornalismo em Portugal, já que o período concorrencial se iniciou apenas nos anos 90, com a implantação dos canais privados SIC e TVI. Ainda, muitos dos jornalistas que estão a fazer jornalismo nos canais privados passaram pela ‘escola’ da RTP.
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O Telejornal e os estudos acadêmicos

Nilza de Sena (Inst. Sup. Ciências Políticas e Sociais), Maria Rosário Saraiva (Univ. do Porto), Felisbela Lopes (Univ. Minho), Rogério Santos (Católica Portguesa), Nuno Brandão (Inst. Sup. Novas Profissões) e Rui Cádima (Univ. Nova de Lisboa)
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A professora Maria Rosário Saraiva, da Universidade do Porto, divide a história do telejornaismo em Portugal em cinco fases: a Era Técnica (195-1959), de aprendizagem e domínio da técnica de produção televisiva; Era dos Realizadores (1959-974), quando ocorre a aposta na imagem e dá-se a introdução do videotipe; Era dos Jornalisas (1974-1980), quando impõe-se a cobertura jornalística e altera-se a função dos apresenadores dos telejornais; Era do Marketing (1992-2000), com a entrada das privadas, preocupação com a audiência, com fait-divers e a transparência da notícia; e a Era do Virtual (a partir de 2001).
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O telejornal a partir do lugar dos pivots (âncoras)

Judite de Sousa, Lopes de Araújo, José Carvalho (diretor de informação da RTP), Adelino Gomes (Provedor do Ouvinte da RTP), Maria Elisa e Manoel Caetano
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A mesa que tratou do lugar dos âncoras, o fez a partir de quatro ex-apresentadores do Telejornal, da RTP: Manoel Caetano, pivot no período do Estado Novo; Maria Elisa, período de 25 de abril; Lopes de Araújo, no período do monopólio em regime democrático; e Judite de Sousa, no período pós-privadas.
A primeira geração de apresentadores foi a dos locutores, responsáveis apenas pela gravação dos offs gerados sobre a imagens já escolhidas e os textos já formatados. Caetano, hoje com 83 anos, contou de sua trajetória, iniciada no rádio – teatro radiofônico e narração esportiva – “eu gostava de fazer reportagem em direto, mas na televisão isso ainda não havia sido inaugurado”, disse. Responsável pela apresentação do Telejornal durante a censura do Estado Novo, Caetano acrescenta: “fui locutor e, portanto, lia o quê os outros escreviam”.
Caetano apresentou o programa até a véspera do 25 de abril de 1974, quando foi substituído, entre outros, pela jornalista Maria Elisa. “Pensávamos que seria a liberdade, fim de censura, mas, continuamos a ouvir uma parte apenas”, disse. E acrescentou: “saímos do regime [Estado Novo], deixamos de ler notícias censuradas pelo Estado, mas, continuamos a ler notícias escritas por quem não nos ouvia”, disse referindo-se a não participação dos apresentadores na definição de pautas e produção de reportagens e texto. A mudança veio com a publicação no jornal Expresso de um documento, escrito por ela e outros jornalistas, conhecido como documento dos papagaios. “Queríamos mais participação na definição de temas e enquadramentos porque dávamos a cara àquilo que líamos”, finaliza.
Lopes de Araújo diz que a época dos jornalistas papagaios seguiu-se a do jornalismo televisivo interpretativo. Nesta época, já nos anos 80, o apresentador participava da reunião de pauta e alinhamento até as alterações finais. O trabalho altera-se com a entrada das TVs privadas, nos anos 90, e investimentos em tecnologia, que permitiram tratar com mais agilidade os grandes acontecimentos. Judite de Sousa, apresentadora na fase pós-privadas, relembrou dos primeiros acontecimentos internacionais com participação direta da RTP – as guerras da Angola, 1992; da Bósnia, 1995; e do Líbano, 1996; e a devolução de Macau, em 1999.
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Outros temas
A relação com a política e o cenário de mudança foram outros dois temas da Conferência 50 Anos de Telejornal. Da primeira participaram os assessores políticos de Ramalho Eanes, Mário Soares e Cavaco Silva, respectivamente, os jornalistas Joaquín Letria, Estrela Serrana e José Arrantes.
Da sessão 'O Telejornal um gênero televisivo em mudança' participaram José Alberto Carvalho, diretor de informação da RTP, Luís Marques, diretor geral da SIC, Júlio Magalhães, diretor de informação da TVI, sob coordenação de Paquete de Oliveira (Provedor do Telespectador da RTP) e comentários de Carlos Daniel (diretor-adjunto da RTPN). Desta, a comprovação da importância da RTP e de seu Telejornal na formação de quadros profissionais, uma vez que os diretores da TVI e SIC trabalharam, primeiro, na emissora pública.

 José Arrantes, Marcelo Rebelo de Sousa (Faculdade de Direito da Univ. de Lisboa), Estrela Serrana e Joaquín Letria

Júlio Magalhães, Carlos Daniel,  Paquete de Oliveira, Luís Marques e José Alberto Carvalho
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(Angela Zamin, de Lisboa)

17 outubro 2009

Esboço de crítica da crítica

A “satanização” das comunicações diz respeito, em parte, a antiquada esquerda, que não consegue enxergar os possíveis da realidade não apenas comunicacional atual. Isso foi dito, com outras palavras, por Antonio Negri (1993), e entendemos que ele se referia à tradição apocalíptica, que, segundo José Luiz Braga (2002), por incrível que pareça, persiste nos dias de hoje, como seu oposto, os integrados. Para nós, essa corrente de pensamento (apocalíptica) atualmente, ou melhor, a partir da virada do século, se apóia na crítica negativa das novas tecnologias de comunicação e informação. Consideramos também que ela não se limita ao campo das mídias, pois as mudanças tecnológicas ocorrem conjuntamente a mudanças políticas, culturais e econômicas, próprias da globalização, ou, melhor, da ordem mundial que Negri e seu companheiro Michael Hardt nomearam, mais especificamente, de Império, no livro de mesmo nome (2006).
Na obra, o conceito de Império se choca ao de multidão – potência positiva da realidade atual.  Mais ou menos na mesma época em que Império foi lançado, três textos apocalípticos surgiram, chorando o passado perdido, o declínio do Estado-nação, o fim das grandes narrativas, mesmo que o conteúdo principal seja a fobia frente às novas tecnologias de comunicação, principalmente a internet.
Esses textos de Joel de Rosnay (2002) e Ignácio Ramonet (2001; 2002) resumem muito bem um certo espírito derrotista, em que o passado se mantém como um fantasma. Para ambos, a internet é uma rede sem centro caótica, e as outras mídias são engolidas por ela. Neles, as mídias de massa tradicionais, estão em crise, e uma horda de bárbaros digitais se apropria do seu o espaço, e não há mais nada a fazer. Ramonet (2001) especifica essa discussão, tendo o jornalismo como objeto. Para o autor, esse tradicional instrumento das sociedades democráticas estaria sendo corrompido a tal ponto que sua morte é inevitável. A proposta inicial deste ensaio era uma crítica das práticas jornalísticas, mas decidimos trabalhar com um tema mais amplo, as mídias como um todo, pois as questões expostas aqui não são restritas. Mas quando falamos em mídias, consideramos também, é claro, o jornalismo.
Mas no ano em que Império (o livro) foi lançado, e também nos anos posteriores, o poder hegemônico foi abalado pelos governados e explorados, por uma insurgência global, que foi traduzida em Multidão: livro de Negri e Hardt (2004) que agora dá espaço maior as potências reais de transformação da ordem mundial. O livro vem de carona com as manifestações de Seattle, contra a guerra do Iraque, os Fóruns Sociais, alguns exemplos dessa insurgência. Multidão, como já acontecia em Império, vai de encontro à posição passiva apocalíptica – essa crítica pela crítica que nada propõe – e de forma alguma se alia aos integrados, pois a democracia real (sonho da multidão) não está dada, deve ser criada.
Algumas semanas atrás, o assassinato de um sem-terra, em confronto com a polícia, recebeu destaque nas mídias. O fato nos impôs a lembrança de que há uma resistência no Brasil consistente, que á aliada de resistências globais, como a Via Campesina e a rede Zapatista. Todas reivindicam a terra, este bem que deveria ser comum, de todos, como é a linguagem, nosso corpo humano, nossa produtividade que constrói o mundo.
Se de um lado há esse poder hegemônico, em que não há mais um sujeito em oposição bem definido, como no marxismo, o qual Ramonet chora – talvez sem saber –a falta; de outro lado, há essa multidão singular que se quer assim, e que resiste. A multidão, aos poucos, mina os poderes, sua revolução não chegará, ela acontece, é um processo em andamento. Deveríamos nos perguntar de que lado nós estamos: aceitaremos nos misturar a multidão e lutar por uma realidade menos endurecida, ou apenas ficaremos sentados, chorando a perda de um passado provavelmente mais triste que a realidade atual?
Quanto ao jornalismo, talvez sua morte nos permita dar um passo para esta outra realidade, essa sim democrática. O corte entre produtores e leitores, no jornalismo, há muito separa a multidão, impõe hierarquias, permite que apenas poucos representem muitos – reflexo da democracia representativa. Mas como cada vez mais esse corte é esmaecido, a questão agora não é mais “quem vai falar”, mas “o que falar”.

(Diego Carvalho)

Texto apresentado na disciplina de Crítica das Práticas Jornalísticas.

07 outubro 2009

Jornalismo no rádio comunitário


no CICOM, em Braga, com Rogério Santos, da Católica Portuguesa
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A doutoranda Angela Zamin participa do VII Congreso Internacional Ulepicc, que acontece entre hoje e sexta, na Universidad Carlos III, em Madrid. Sob o tema 'Políticas de cultura y comunicación', o evento reúne 113 trabalhos, oriundos da Espanha, Brasil, México, Argentina, Austrália, Chile, Colômbia, Itália, Portugal, Uruguai e Venezuela, distribuídos em 18 mesas temáticas, além das conferências. Na Ulepicc, Angela Zamin irá apresentar o artigo "A aprendizagem social do uso da mídia e o jornalismo no rádio comunitário: um fazer tentativo", originada em sua dissertação de mestrado, defendida na Unisinos. O trabalho compõem a mesa 'Presente y futuro de la industria radiofónica', que reúne trabalhos das universidades de Granada e Carlos III, ambas espanholas, e da Universidade Estadual Paulista.
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Em setembro, na Universidade Católica Portugesa, em Braga, Portugal, a doutoranda apresentou o artigo "Dos acontecimentos no mundo à notícia: relações entre o jornalismo e o geopolítico", em uma das sessões sobre jornalismo do Congresso Internacional de Ciências da Comunicação - CICOM. Integraram a sessão mais dois trabalhos, um da Universidade Santiago de Compostela e o outro da Universidade de Lisboa, sob coordenação do professor Rogério Santos.
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(Angela Zamin, de Madri)

25 setembro 2009

Na trilha do tiro

Um mosaico é um desenho feito com pedaços de diferentes objetos. O termo foi usado por Abraham Moles para designar uma cultura fragmentada, refletida nos conteúdos das mídias, típica da pós-modernidade. Ao público, são oferecidos “nacos” da realidade; compor quadros mais completos de um acontecimento depende de uma busca de pedaços que se complementem, que façam sentido.
Nem sempre estes pedaços estão disponíveis. Um jornalismo que não se preocupa em contextualizar e agregar informação – um jornalismo mosaico – é criticado pela pesquisadora Mar de Fontcuberta, para quem o jornalismo deve adotar um pensamento complexo na produção de notícias – afinal, vivemos em uma sociedade complexa.
Quando então nos deparamos com uma morte de um sem-terra em uma reintegração de posse, morto com um tiro disparado por um brigadiano, pelas costas, e a imprensa tenta descrever “a trilha até o tiro”, o “passo a passo dos episódios que levaram à morte do sem-terra” (ZH de 22/08/2009), é de se esperar que mais pedaços sejam combinados neste mosaico.
Não é o que ocorre. A busca dos jornalistas foi apenas até o dia 12 de agosto, quando a fazenda Southall, palco da morte, foi invadida. Ora, um tiro pelas costas não ocorre à toa. Ele é fruto de uma tensão crescente entre a Brigada Militar e o MST, e os acontecimentos que demarcam esta tensão estão além do episódio de São Gabriel. Estão há pelos menos dois anos de distância, quando a orientação para as reintegrações de posse tem sido de isolar os sem-terra e manter pelo menos duas barreiras para que imprensa, direitos humanos, advogados, autoridades não acompanhem as ações.
A trilha do tiro está, por exemplo, na violenta ação na Fazenda Tarumã, em Rosário do Sul, em março do ano passado, quando cerca de 900 mulheres e 250 crianças sem-terra protestavam contra a destinação de áreas para plantações de eucalipto (mais um naco da questão agrária). A (preguiçosa?) cobertura da imprensa registrou a fala oficial, de uma reintegração pacífica, bem sucedida.
No caso das mulheres de Tarumã, que foram levadas de ônibus para Santana do Livramento e passaram horas sem comida nem água, outros “pedaços” vieram de blogs de moradores e depois ganharam o mundo: pessoas feridas, humilhadas, gritando os horrores pelos quais haviam passado em um dia inteiro sob a ação da Brigada Militar. E este é apenas um exemplo das constantes situações de conflito dos últimos anos.
Ou recompomos o mosaico da violência institucional adequadamente, ou ficaremos sempre acreditando que o rastro do tiro é simples conseqüência de uma invasão, correndo o risco de que este tiro “estilhace” novos acontecimentos.
                                    
(Marja Pfeifer Coelho)

Texto apresentado na disciplina de Crítica das Práticas Jornalísticas.

21 setembro 2009

GPJOr no CICOM, Portugal

Os doutorandos Angela Zamin e Frederico de Mello Brandão Tavares estarão participando entre quarta e sexta-feira, 23 a 25 de setembro, do Congresso Internacional de Ciências da Comunicação - CICOM - promovido pela Universidade Católica Portuguesa, em Braga, Portugal.
"Dos acontecimentos no mundo à notícia: relações entre o jornalismo e o geopolítico" é o título do trabalho de Angela Zamin. Já Frederico Tavares apresenta o texto "Jornalismo temático, jornalismo sensível: a qualidade de vida em revista". Os resumos dos trabalhos podem ser conferidos aqui. A programação completa do congresso está disponível neste link.
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(Angela Zamin)

16 setembro 2009

Jornalismo em terras espanholas

Um dos desafios de cumprir um estágio sanduíche no exterior é saber lidar com duas questões investigativas: uma teórica e outra empírica. A primeira, geralmente, "domamos" com mais facilidade. As visitas às bibliotecas, as conversas com os professores e colegas vão facilitando isso. Já a segunda apresenta algumas dificuldades. Pelo estranhamento com a realidade jornalística, talvez. Há um jornalismo que se toma por "canônico", é verdade. Mas este possui, sempre, pormenores culturais.
Estou na Espanha para estudar jornalismo de revista. E este universo, ao mesmo tempo muito parecido com o nosso, brasileiro, é muito diferente. A começar pelo meu objeto em específico. Uma revista sobre qualidade de vida. Toda ela. Isso não existe por aqui. Por isso, o "reto" de mapear esse cenário para buscar referências vai assumindo outras características e processos.
É quando você passa, então, a cruzar as duas questões: a teoria e a empiria. Levar a "sua" pergunta de pesquisa para os objetos que existem "fora dela" e depois fazer o movimento contrário.
Em um universo acadêmico e jornalístico tão rico, que eu ainda estou a descobrir, algumas luzes começam a trazer o esclarecimento.
É o desafio para os próximos meses (até março) e o resultado dos primeiros (estou aqui desde agosto).


Universidad Rey Juan Carlos, Madrid, España
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(Fred Tavares)

14 setembro 2009

Guillermo Orozco Gómez na UFRGS

O Professor Guillermo Orozco Gómez apresentará a Palestra “De receptores a emisores: nuevo estatus de las audiencias y sus desafíos para su investigación” no Ciclo de Palestras PPGCOM da URFGS na próxima quinta-feira, dia 17 de setembro às 10 horas, no Auditório da Escola Técnica.
Neste dia também ocorrerá a Reunião Aberta de Pesquisa, coordenada pela Professora Dra. Nilda Jacks, às 14 horas na sala 206 do mesmo PPGCOM.

Sobre Guillermo Orozco Gómez(México):
É Professor Titular-Pesquisador do Departamento de Estudos de Comunicação Social da Universidade de Guadalajara. Especialista em Pedagodia da Comunicação pela Universidade de Colonia (Alemanha) e Mestre e Doutor em Educação pela Universidade de Harvard (Estados Unidos). Pesquisador Nacional-3 e membro da Academia Mexicana de Ciências. Tem publicado em vários idiomas mais de 120 artigos e capítulos de livros sobre temas de televisão, audiências e educação.

(Aline Weschenfelder)

13 setembro 2009

Democratização da comunicação em debate

Com a temática da Democratização da Comunicação, ocorrerá no dia 15/09, terça-feira, às 19h, o Café Intercom, evento tradicional no eixo Rio/São Paulo que ocorre pela primeira vez em Porto Alegre. A atividade, que faz parte das ações da Intercom - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares em Comunicação, discutirá questões caras à Conferência Nacional de Comunicação - Confecom.
Para debater o tema estarão presentes os jornalistas Ercy Pereira Torma, Presidente da Associação Rio-Grandense de Imprensa - ARI, e Celso Schröder, coordenador geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação - FNDC. A mediação será realizada pela profa. Dra. Christa Berger, Coodenadora do PPGCC - Unisinos, e a abertura do evento está a cargo de prof. Dr. Valério Cruz Brittos, representante da Intercom na Região Sul.

Café Intercom - Porto Alegre.
Quando? 15/09, terça-feira.
Onde? Saraiva MegaStore do Moinhos Shopping (Rua Olavo Barreto Viana - Moinhos de Vento - Porto Alegre - RS).
Custo? Entrada Franca.
Debatedores: Ercy Pereira Torma, Celso Schröder.
Moderadora: Christa Berger.
Coordenação: Valério Cruz Brittos.

Contatos:
Prof. Dr. Valério Cruz Brittos - val.bri@terra.com.br - (51) 3591.1122 . Ramal 1356.

(Aline Weschenfelder)

03 setembro 2009

Encontro internacional

O tema “Transformações da midiatização presidencial: corpos, relatos, negociações, resistências” será abordado durante o Pentálogo inaugural do Centro Internacional de Semiótica e Comunicação – CISECO, que acontecerá entre 28 de setembro e 2 de outubro próximos, em Japaratinga, Alagoas.
O evento tem como coordenadores os professores Jean Mouchon – Université de Paris X – Nanterre, França, Antônio Fausto Neto – UNISINOS, Brasil e Eliseo Verón – Universidade de San Andrés, Argentina. O Pentálogo reunirá pesquisadores, docentes e intelectuais brasileiros, franceses e de outros países durante cinco dias para uma série de encontros destinados ao debate e à reflexão em torno do tema da função presidencial.
Questões relacionadas às mutações dos regimes democráticos e suas conseqüências à midiatização da posição executiva e aos vínculos de representação serão debatidas na ocasião.
O Pentálogo desenvolverá sessões com apresentações de trabalhos, mesas-redondas e conferências. Dentre os docentes da UNISINOS que participarão do evento estarão as professoras Christa Berger e Beatriz Marocco do GPJor.
Informações, inscrições e programação completa aqui

(Aline Weschenfelder)

01 setembro 2009

Chamadas de Trabalho

Prorrogação de prazo na UFSC
Se alguém ainda deseja enviar trabalhos para a revista "Estudos em Jornalismo e Mídia" da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) aí está a oportunidade. O prazo de submissão dos textos foi prorrogado até 7 de setembro.
O tema central da edição será "Teoria: rumos, tensões e desafios". Também são aceitos artigos com outras temáticas, desde que relacionadas a investigações técnicas, teóricas, metodológicas e epistemológicas do campo jornalístico. A revista será publicada em novembro deste ano.
Mais informações aqui

Revista Eletrônica CoMTempo
A revista eletrônica CoMtempo, do Programa de Pós-graduação da Faculdade Cásper Líbero, tem como objetivo divulgar a produção acadêmica inédita dos mestrandos e recém-mestres de todos os Programas de Pós-graduação em Comunicação do Brasil. Também podem participar da publicação on-line recém-mestres que tenham defendido a sua dissertação no prazo de até seis meses antes da submissão do artigo. Neste caso específico, o texto apresentado precisa estar relacionado diretamente com a dissertação defendida.
A publicação eletrônica está recebendo artigos, ensaios, relatos de experiência e resenhas para sua edição de nº 1, de novembro de 2009. A data-limite para envio é 15 de setembro de 2009.
Mais informações aqui ou no site da Intercom

Revista Comunicação & Sociedade
A revista Comunicação & Sociedade (C&S), da Universidade Metodista de São Paulo, comunica que está recebendo textos inéditos para as suas próximas edições.
A revista C&S recebe em regime de fluxo contínuo, portanto, não há deadline para submissões de artigos científicos e resenhas críticas. Os textos devem versar sobre temas relacionados aos processos comunicacionais, com ênfase em pesquisas empíricas e reflexões teóricas sobre os meios de comunicação social, seus fluxos de produção, difusão e recepção e suas relações sócio-culturais; nos atos comunicacionais das organizações junto aos diversos públicos de interesse, nas dimensões e linguagens da divulgação do conhecimento tecno-científico e nas presentes inovações tecnológicas. As resenhas devem abordar obras publicadas nos últimos doze meses.
Mais informações aqui

(Aline Weschenfelder)

24 agosto 2009

GPJor no Intercom

As professoras Christa Berger e Beatriz Marocco junto com as mestrandas Grace Kelly Bender Azambuja e Maria Joana Chaise, todas integrantes do GPJor, estarão presentes no XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Intercom.
Christa e Beatriz serão painelistas, sendo que a segunda, assim como as alunas, também apresentará trabalho. O evento acontecerá em Curitiba de 4 a 7 de setembro com o tema “Comunicação, Educação e Cultura na Era Digital”.
Confira os painéis e trabalhos que serão apresentados pelas colegas:
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Painéis
Tema: Comunicação, educação e cultura na era digital
Painel – 50 anos de CIESPAL: Contribuições para a Comunicação, Educação e a Cultura na América Latina
Mediador: Eduardo Meditsch (UFSC)
Palestrantes: José Marques de Melo (Umesp/Intercom), Raquel Paiva (UFRJ) e Christa Berger (Unisinos)
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Painel: A Decisão do STF sobre o Diploma, o Futuro da Profissão e a Consolidação da Teoria do Jornalismo
GP Teoria do Jornalismo
Coordenador: Felipe Pena de Oliveira (UFF)
Palestrantes: Luiz Gonzaga Motta (UnB), Zelia Leal Adghirni (UnB), Carlos Eduardo Franciscato (UFS) e Beatriz Alcaraz Marocco (Unisinos)
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Apresentação de Trabalhos
O cotidiano dos negros no exterior dos jornais de Porto Alegre, sinais de fotojornalismo no século XIX
Beatriz Alcaraz Marocco (Unisinos)
GP Fotografia - Sessão Fotojornalismo
Existe uma coleção de fotografias que ocupa a contracorrente do discurso jornalístico sobre o cotidiano dos negros que viviam em Porto Alegre. As cenas organizadas pelos Irmãos Ferrari, Virgílio Calegari e Lunara, entre o final do século XIX e meados do século XX, evidenciam elementos de pobreza e “liberdade aparente” (FERNANDES, 1978): o traje descomposto e gasto, os pés descalços, o trabalho infantil ambulante e o ambiente doméstico em lugares sem urbanização. Nos jornais, os negros são associados à vagabundagem e localizados em “lugares malditos” (PESAVENTO, 1998, 1999; MAUCH, 1994; VARGAS, 1994; MAROCCO, 2004; HOHLFELDT, 2006). Há um ponto de tensão formado entre o que era dito e essas fotografias que produz um jogo de visibilidade/invisibilidade de onde se pode fazer emergir certa descontinuidade no arquivo fotográfico da época, voltado às paisagens e retratos da burguesia.
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Novas Dinâmicas Emergentes nos Espaços Públicos
Grace Kelly Bender Azambuja (Unisinos)
GP Conteúdos Digitais e Convergências Tecnológicas - Sessão Mídias Digitais e TVD
Importante instrumento no registro de material inusitado e também jornalístico, os celulares inauguram a possibilidade de manter o contato visual perpétuo (Kondor, 2007). Até então, desde simples flagras do cotidiano até os atentados aos metrôs londrinos seriam de difícil captura in loquo. Casos mais recentes como o conflito na Faixa de Gaza e os protestos no Irã também não teriam a visibilidade global alcançada se não fosse a constante participação dos ‘Repórteres de Ocasião’ (Rebelo, 2006), com o envio de material informativo direto para a rede. Com a crescente popularização destes dispositivos tecnológicos e a transmissão através das redes telemáticas móveis, urge a necessidade de se pensar as dinâmicas que emergem entre a grande mídia e os sujeitos em relação aos espaços públicos na sociedade contemporânea.
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Para pensar a participação do público nos webjornais de referência
Maria Joana Chiodelli Chaise (Unisinos)
GP Cibercultura - Sessão Jornalismo na Web 2.0
Novas relações entre os sujeitos e as mídias estão surgindo a partir da emergência das tecnologias de informação e comunicação. Ao mesmo tempo em que se configura a passagem de uma comunicação centralizada e unidirecional para um cenário de maior abertura de publicação, autonomia do usuário e circulação de informação, atores e conteúdos diferenciados ganham forma. Este artigo busca refletir acerca destas alterações, especificamente as identificadas nos webjornais de referência, partindo da apresentação deste novo leitor e do contexto de transformações que propiciam sua emergência em direção a uma problematização do conceito de jornalismo cidadão.
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(Aline Weschenfelder)

20 agosto 2009

Banca de Qualificação

A banca de qualificação da doutoranda Cíntia Xavier da Silva Pinto será no dia 31 deste mês, às 14h30, na sala 3A316. Seu projeto “Características Jornalísticas Presentes nos Vídeos Documentários das Graduações em Jornalismo” será examinado por banca composta pelas professoras Fatimarlei Lunardelli, da UFRGS, Christa Berger e Beatriz Marocco (orientadora).
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(Aline Weschenfelder)

Retorno das atividades do GPJor










O reencontro do Grupo de Pesquisas Estudos em Jornalismo que aconteceu na última terça-feira, dia 18, além de desenvolver debates decorrentes das pesquisas de alunos e professores, teve clima de confraternização e homenagem à doutoranda Ângela Zamin. A colega está indo para a Europa no final deste mês a fim de participar de congressos internacionais em comunicação, e desta forma, aprimorar seus conhecimentos na área. Dentre os eventos que fazem parte de sua agenda, destacam-se o Congresso Internacional de Ciências da Comunicação – CICOM, em Braga; e a União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura – ULEPICC, que acontecerá na Universidade Carlos III de Madri. Ângela deve retornar em novembro para participar da SBPJor, e sua qualificação está prevista para o início de dezembro deste ano.
A ocasião também foi palco do Seminário de Tese da doutoranda, que apresentou o texto ”Jornalismo, território e conflito: a produção do Acontecimento Fênix em jornais e referência”.
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Próximos encontros
Na última reunião o grupo decidiu pelas datas dos próximos encontros, que devem acontecer em 22 de setembro, 23 e 24 de outubro junto ao Seminário Intensivo Jornalismo e Sociedade, e no dia 10 de novembro.
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(Aline Weschenfelder)

13 agosto 2009

Seminário de Tese

O Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo (GPJor) realiza na próxima terça-feira, dia 18, às 14h, o Seminário de Tese, iniciando as atividades deste segundo semestre. Na ocasião, a doutoranda Angela Zamin apresentará a pesquisa em desenvolvimento. O Seminário de Tese é uma atividade que precede a banca de qualificação, visto que objetiva a reflexão e o debate da pesquisa. A atividade é coordenada pelo professor Ronaldo Henn e dela participam as professoras Christa Berger e Beatriz Marocco, orientadora da doutoranda, e os integrantes do Grupo.

16 julho 2009

Defesa de dissertação

A mestranda Camila Cardozo Arócha, integrante do GPJor, defende segunda, dia 20, a dissertação “De leitores a conselheiros - estudo de caso: o Conselho do Leitor do jornal Zero Hora". A banca examinadora será formada pelas professores Miro Luiz dos Santos Bacin, da Unipampa, Nísia Martins do Rosário e Beatriz Alcaraz Marocco (orientadora), ambas da Unisinos. A sessão pública de defesa inicia às 15h, na sala 3A317.
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(Angela Zamin)

30 junho 2009

100 blogs sobre jornalismo

Sugestão do blog Ponto Media, do professor António Granado, de Portugal, faz referência a 100 blogs para estudantes de jornalismo. Aqui.
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(Angela Zamin)

Eventos

Intercom - Prazo de inscrição prorrogado até 10 de julho. Os interessados em submeter trabalhos devem efetuar o pagamento da taxa de inscrição até o dia 7 de julho. Detalhes aqui.
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SBPJor - A SBPJor recebe a partir de quarta, 1º de julho, até 3 de agosto, inscrições de trabalhos para o VII Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, que acontecerá na USP, de 25 a 27 de novembro. Há duas modalidades de inscrição de trabalhos: Livres, que podem ser individuais ou em co-autoria, e Coordenadas. Mais informações aqui.
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Mídia Cidadã - Também nesta quarta, 1º de julho, se inicia o prazo de inscrição de trabalhos na V Conferência Brasileira de Mídia Cidadã, que acontece em outubro, na Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná. O evento contempla quatro modalidades de trabalhos: relatos de experiência, artigos científicos, I Mostra Nacional de Vídeo Cidadão e II Feira Nacional de Mídia Cidadã. Para saber mais, clique aqui.
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(Angela Zamin)

26 junho 2009

Unidos pelo Jornalismo


(clique na foto para ampliar)
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Em meio ao controverso contexto gerado pela desregulamentação do diploma superior de Jornalismo, ocorreu na terça-feira, 23, na UNISINOS, o 3º Seminário Aberto de Jornalismo – “Jornalismo e Cidadania: tecnologias, conteúdos e atores”, promovido pelo GPJor. O evento não tratou especificamente do tema e da repercussão da recente decisão do Superior Tribunal Federal. Mas apontou, indiretamente, para como o Jornalismo, mais que uma atividade de arte, literatura ou “puro exercício de intelectualidade”, deve ser pensado e refletido a partir de seus lastros históricos e científicos.
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Movimentos Sociais e Tecnologias
A primeira parte do evento, que tratou especificamente da relação entre Jornalismo e Movimentos Sociais e Tecnologia, colocou em evidência, a partir das falas dos painelistas, mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação, a complexa relação entre práticas jornalísticas, política e tecnologia.
Daniel Cassol e Vera Martins apresentaram e discutiram, a partir de suas pesquisas de dissertação, a presença do jornalismo na configuração de uma “imprensa popular alternativa” e como esta, seja ligada a um Movimento Social específico, seja a uma posição ideológica orientadora (“um jornalismo de esquerda”), cumpre um papel de politização da e na sociedade. E, da observação das práticas e processos aí envolvidos, apontam os mestrandos, pode-se apreender criticamente formas, estratégias e o próprio diálogo existente no circuito de comunicação formado entre estas mídias, certos grupos específicos e a sociedade em geral.
Na sequência, as alunas Grace Bender Azambuja e Maria Joana Chaise, discutiram, também com base em suas pesquisas de dissertação, como as tecnologias de comunicação têm estimulado não apenas o acesso a informação, mas um novo processo de interação entre mídia e público na produção de conteúdos informativos. Mais que discutir sobre os benefícios e os resultados práticos da participação do público e dos consumidores na configuração das notícias, as alunas problematizaram sobre maneiras, hoje, de se pensar conceitualmente tais práticas. “Se a teoria afirma que estaríamos, com as novas tecnologias, diante de um jornalismo mais cívico, mais participativo e democrático, até que ponto esta idéia é suficiente para pensarmos uma específica realidade jornalística?”, pergunta Maria Joana ao questionar sobre o conceito de “jornalismo cidadão”.
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Pesquisa e Ação Social
A segunda parte do Seminário iniciou-se com a fala da professora Christa Berger, coordenadora do PPGCC/UNISINOS e integrante do GPJor, que, em sua apresentação, refletiu sobre o papel da pesquisa científica em Comunicação. “Por que nós pesquisamos? Qual o sentido da pesquisa acadêmica em Comunicação? Qual o sentido da produção de conhecimento que nós geramos”? Partindo destas três questões, a professora salientou a necessidade e a importância da investigação em comunicação social, apontando o lugar específico desta para a sociedade desde um lugar mais amplo, o do pesquisador como “um trabalhador intelectual” que, em seu ofício, deve iluminar as zonas problemáticas da atualidade em que vivemos.
No caso específico da pesquisa em Jornalismo e Comunicação – e das Ciências Humanas, em geral – o “ato intelectual” deve contribuir para elucidar relações de poder que permeiam a sociedade, sabendo produzir um conhecimento crítico e reflexivo sobre a mesma. Nesse viés, Christa Berger lançou a questão: “que aspectos políticos, jurídicos e econômicos podem ser pensados na decisão do STF e na cobertura que a grande mídia tem feito sobre a não obrigatoriedade do diploma de Jornalismo?”.
A última fala do evento coube ao jornalista e professor da UNISINOS, Pedro Osório, também secretário executivo do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC). Osório apresentou, a partir da visão do Fórum, como a democratização da comunicação está sendo pensada mediante um esforço organizado voltado para a implementação e criação de políticas públicas.
Cruzando falas dos outros palestrantes, Osório ressaltou a preocupação do FNDC para a constituição de instituições, voltadas para a comunicação social, que disponibilizem recursos técnicos e intelectuais para a instrumentalização estratégica e politizada da sociedade civil. “Além de estratégias de monitoramento de mídia, devemos estabelecer formas efetivas de apropriação das novas potencialidades tecnológicas em favor de uma comunicação mais democrática. Ainda estamos numa fase em que a tecnologia está sendo muito mais apropriada pelo mercado do que pela sociedade”, ressaltou o professor.
Ao fim de sua participação, Osório elencou as principais pautas da I Conferência Nacional de Comunicação que irá ocorrer, de forma regionalizada, no próximo mês de dezembro. São elas: o uso das novas tecnologias, a comunicação como direito humano (apoiada na idéia de “mídia livre”) e a comunicação como uma prática de classe (apoiada na idéia de que a comunicação deve ser do cidadão, estar a seu favor).
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Da cidadania para o jornalismo
Sem buscar um consenso sobre uma idéia de cidadania, eixo orientador do Seminário, o conjunto das apresentações deixou claro como, a partir do Jornalismo e da Comunicação, uma série de temáticas sociais emergem e podem ser pensadas. Na relação jornalismo e cidadania, portanto, se tomarmos o jornalismo como lugar de origem para a reflexão de questões socialmente relevantes, de união de uma série de temas, “outras faces” do diploma que o orienta podem aparecer.
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(texto - Frederico de Mello Brandão Tavares)
(fotos - Angela Zamin)

24 junho 2009

O blog da discórdia

O recente embate da Petrobrás com as empresas de comunicação do Brasil acerca da divulgação de material jornalístico merece uma atenção da academia. O que se deu na queda de braço da assessoria de imprensa da empresa com os grandes jornais do país foi algo mais que uma estratégia de defesa dos jornalistas institucionais frente ao determinismo editorial dos jornalistas dos impressos. Não se tratou apenas de proteger a Petrobrás da edição de falas e dados de sorte a sugerir manipulação por parte da chamada “grande mídia”. O que temos no episódio é uma ruptura do paradigma que até então norteava as relações entre o jornalista e a fonte. Esta última sempre disposta e esforçada no sentido de fornecer as informações de seu interesse e conveniência procurando o convencimento da primeira sobre a verdade da sua versão. O jornalista, de sua parte, tentando nos seus contatos com a fonte extrair o máximo de dados ou depoimentos que comprovassem as suas suspeitas sobre o fato ou mesmo uma tese já formulada na redação e a qual restaria tão somente comprová-la no trabalho de campo. Do embate de interesses entre jornalista e fonte, o primeiro sempre gozou da vantagem da “edição”, etapa no processo de produção jornalística, no qual se faz escolhas do que será ou não publicado. Sem falarmos na estrutura do texto que poderá induzir linhas de leitura. Com a chegada de novas formas de publicação não centralizadas, com distribuição aberta a qualquer acesso público, a fonte também pode fazer escolhas na edição do texto e dar, a saber, suas linhas de sugestão de leitura. No caso da Petrobrás, a publicação integral no Blog da empresa de todas as perguntas feitas pelos jornalistas da imprensa e as respostas apresentada pelas fontes da empresa, mostra-se uma medida que permitiu ao leitor atento comparar com as versões publicadas nos jornais. Uma nova possibilidade de construção de texto e de leitura.
Ensaiando uma proposição preliminar e com o intuito de provocar debate, o que temos nessa ruptura é resultado da reconfiguração produzida pelos meios digitais de realização e publicação que produzem uma nova ambiência de produção, distribuição e de consumo jornalístico. Um espaço público onde emissor e receptor, jornalista e fonte, autor e leitor passam a operar uma nova dinâmica de relações sociais, políticas, culturais e, até mesmo, econômicas. Essa ambiência que chamo de midiosfera avança no sentido de espaço público já distendido por Habermas. Esse espaço que se redesenha na midiosfera é que nos cabe compreender e mapear. No caso particular que nos ocupa, averiguar o do jornalismo.
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(Alexandre Kieling)

22 junho 2009

Terça, 23, Seminário Aberto de Jornalismo


(clique na imagem para ampliar)

Seminário Aberto em destaque IV

O 3º Seminário Aberto de Jornalismo, que acontece nesta terça, dia 23, a partir das 14h, na Sala 3A108, da UNISINOS, ganha espaço na Agência Chasque, Zero Hora e no portal Universia.
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(Angela Zamin)

21 junho 2009

Jornalismo investigativo


Daiana de Oliveira Martins, graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pelo Centro Universitário Franciscano – UNIFRA, em janeiro de 2008.
Meus interesses estão voltados para as práticas de jornalismo investigativo. Busco observar, neste contexto, os procedimentos aplicados na construção das coberturas jornalísticas de editorias policiais dos jornais impressos gaúchos, bem como as gramáticas existentes no mesmo âmbito.

20 junho 2009

Representante do FNDC no Seminário Aberto


(clique na imagem para ampliar)
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O secretário executivo do FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, Pedro Luiz da Silveira Osório, participa na próxima terça-feira, dia 23, do 3º Seminário Aberto de Jornalismo. Professor da UNISINOS, Osório vai tratar de temas como políticas públicas de comunicação, jornalismo e democratização da comunicação, além de falar do FNDC e dos limites e possibilidades da Confecom – Conferência Nacional de Comunicação.
Nesta edição, o Seminário Aberto de Jornalismo se propõe ao debate de questões que tangenciam a mobilização por políticas públicas de comunicação. O evento é uma promoção do GPJor – Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da UNISINOS. Sob o tema ‘Jornalismo e Cidadania: tecnologias, conteúdos e atores’, a iniciativa contempla a abordagem do uso da mídia por movimentos e organizações sociais e das relações entre pesquisa acadêmica e movimentos sociais, passando pelo debate acerca das produções colaborativas que chamam para um jornalismo participativo. O evento terá início às 14h, na Sala 3A108, da UNISINOS.
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Programação
- A mídia e as práticas dos movimentos sociais
Daniel Cassol e Vera Martins – mestrandos PPGCC/UNISINOS
- A tecnologia e as novas formas de produzir e consumir informação
Grace Bender Azambuja e Maria Joana Schaise – mestrandas PPGCC/UNISINOS
- Relações entre pesquisa acadêmica e movimentos sociais
Christa Berger – professora PPGCC/UNISINOS
- Sociedade Civil e a Conferência Nacional de Comunicação
Pedro Luiz Osório – secretário executivo do FNDC e professor UNISINOS
- Debate
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Inscrições
As inscrições ao 3º Seminário Aberto de Jornalismo devem ser realizadas na Central de Relacionamentos UNISINOS. O evento é gratuito e vale horas complementares para os estudantes de Graduação da universidade. Os interessados em obter certificado de participação no evento devem pagar taxa de R$ 9,00, quando da efetivação da inscrição.
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(Angela Zamin)

19 junho 2009

Banca de qualificação

“A participação do público no espaço Leitor Repórter” é o título do projeto de qualificação da mestranda Maria Joana Chiodelli Chaise, integrante do GPJor. A sessão pública de defesa acontece na próxima quarta, dia 24, às 14h30, na sala 3A317. A banca examinadora será formada pelos professores Christa Berger, Antonio Fausto Neto e Ronaldo Henn (orientador).
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(Angela Zamin)

18 junho 2009

Seminário Aberto em destaque III

A seção Notícias dos sites da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação - FABICO/UFRGS - e da Associação Brasileira de Universidades Comunitárias - ABRUC - faz referência ao 3º Seminário Aberto de Jornalismo, promovido pelo GPJor, que acontece na próxima terça, dia 23, a partir das 14h, na sala 3A108, da UNISINOS. A atividade também é destaque no Planeta Universitário.com e no blog do GEPETEC - Grupo de Estudos em Políticas e Tecnologias da Comunicação, da PUCRS.
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(Angela Zamin)

17 junho 2009

Seminário Aberto em destaque II

O 3º Seminário Aberto de Jornalismo é destaque nesta quarta, dia 17, no Coletiva.Net, no J.U Online e no Portal da Propaganda.
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(Angela Zamin)

16 junho 2009

Seminário Aberto em destaque I

A 3ª edição do Seminário Aberto de Jornalismo, promovido pelo GPJor, é destaque nos blogs do Mestrado em Comunicação e Linguagens, da UTP, Paraná; Diagrama, do Núcleo de Pesquisa em Jornalismo, da UFRGS; do PPG em Comunicação, da UNISINOS; e no Garabombo. Confira.
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(Angela Zamin)

12 junho 2009

Mídia, movimentos sociais e pesquisa acadêmica em debate pelo GPJor


(clique para ampliar)
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‘A mídia e as práticas dos Movimentos Sociais’ é um dos temas do 3º Seminário Aberto de Jornalismo. A temática será abordada pelos mestrandos Daniel Cassol e Vera Martins, do Programa de Pós Graduação em Ciências da Comunicação da UNISINOS e integrantes do GPJor – Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo. Segundo Cassol, “as reivindicações por mais democracia nas comunicações, movimentos sociais e organizações da sociedade civil limitam-se à defesa de mais acesso à mídia. Mas o que fazer com a mídia?”. A partir desta indagação, Daniel Cassol irá “problematizar algumas experiências em jornalismo popular alternativo em relação às suas práticas e conteúdos, buscando pistas sobre as potencialidades de uma prática jornalística contrahegemônica”. Daniel Cassol graduou-se em Jornalismo, pela UFRGS, em 2004, e atualmente estuda as práticas e discursos da imprensa popular alternativa, através de uma análise do jornal Brasil de Fato.
A partir de dados levantados no desenvolvimento da pesquisa de mestrado, Vera Martins buscará “refletir sobre as experiências das mulheres do MMC/RS – Movimento de Mulheres Camponesas do RS – com a mídia, apresentar suas práticas de comunicação e alguns elementos que caracterizam estas práticas”. Vera Martins é bacharel em Comunicação Social, habilitação Relações Públicas, pela Feevale, e atua como assessora de Relações Internacionais da Prefeitura de São Leopoldo.
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Movimentos sociais e pesquisa acadêmica
‘Relações entre pesquisa acadêmica e movimentos sociais’ é o tema da palestra da professora doutora Christa Berger, coordenadora do PPGCC/UNISINOS e integrante do GPJor. Christa Berger parte “do ponto de vista de que a pesquisa acadêmica é trabalho coletivo para produzir pensamento crítico e iluminar zonas problemáticas da realidade”. Para a professora, “no caso da pesquisa em comunicação, o dever do trabalhador intelectual é contribuir para a compreensão do poder dos produtos midiáticos, a elaboração da crítica e o exercício criativo e experimental para a produção em outros formatos. Os Movimentos Sociais, pelo lugar de contestação que ocupam na sociedade, são interlocutores da ação do trabalhador intelectual.”
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Outros temas
Sob o tema geral ‘Jornalismo e Cidadania: tecnologias, conteúdos e atores’ o evento englobará também as palestras ‘A tecnologia e as novas formas de produzir e consumir informação’, pelas mestrandas Grace Bender Azambuja e Maria Joana Schaise, e ‘Sociedade Civil e a Conferência Nacional de Comunicação’, a cargo do professor Pedro Osório, secretário executivo do FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.
O 3º Seminário Aberto de Jornalismo é uma promoção do GPJor – Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo, vinculado à linha de pesquisa Linguagem e Práticas Jornalísticas, do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da UNISINOS. O evento que será realizado no dia 23 de junho, às 14h, na Sala 3A108, se propõe a debater questões que tangenciam a mobilização por políticas públicas de comunicação que em dezembro culminará na realização da Confecom – Conferência Nacional de Comunicação.
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Inscrições abertas
A Central de Relacionamentos UNISINOS está recebendo inscrições ao 3º Seminário Aberto de Jornalismo. O evento é gratuito e vale horas complementares para os estudantes de Graduação da UNISINOS. Os interessados em obter certificado de participação no evento devem pagar taxa de R$ 9,00, quando da efetivação da inscrição na Central de Relacionamento.
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(Angela Zamin)

09 junho 2009

Inscrições para o Seminário de Jornalismo


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A Central de Relacionamento UNISINOS está recebendo inscrições ao 3º Seminário Aberto de Jornalismo. O evento é gratuito e vale horas complementares para os estudantes de Graduação da UNISINOS. Os interessados em obter certificado de participação no evento devem pagar uma taxa de R$ 9,00 quando da efetivação da inscrição na Central de Relacionamento. Informações pelo e-mail estudosemjornalismo@gmail.com
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(Angela Zamin)

08 junho 2009

GPJor na Compós

O GPJor esteve presente no XVIII Encontro da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, realizado na última semana na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
O doutorando da UNISINOS Frederico de Mello B. Tavares, em parceria com Reges Schwaab, doutorando da UFRGS, apresentou o texto "O tema como operador de sentidos no jornalismo de revista" no GT de Estudos em Jornalismo.
Com boa repercussão, o artigo foi escolhido para menção honrosa junto aos melhores trabalhos de todos os GTs participantes do evento.
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(GPJor)

Tecnologia e produção de informação entre os temas do Seminário Aberto de Jornalismo

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O debate acerca da tecnologia e das novas formas de produzir e consumir informação é uma das propostas do 3º Seminário Aberto de Jornalismo, que acontece no dia 23 de junho, a partir das 14h, na UNISINOS. A temática será trabalhada pelas mestrandas do PPGCC/UNISINOS e integrantes do GPJor, Grace Bender Azambuja e Maria Joana Chaise. Segundo Grace Azambuja, “a rápida transformação de celulares e smartphones em dispositivos cada vez mais ubíquos e nômades têm permitido o acesso a lugares e circunstâncias nas quais câmeras e repórteres dificilmente chegariam. Capacitados com recursos para registro de informação multimidiática (áudio, imagem e texto) e publicação simultânea na web, estes aparelhos têm se tornado importantes instrumentos na produção de material inusitado e de alto teor jornalístico por cidadãos comuns”. Grace Bender Azambuja é graduada em Comunicação Social, habilitação Jornalismo, pela Universidade de Santa Cruz do Sul, tem atuado com a produção de conteúdos multimídia para ambientes digitais e o desenvolvimento de ferramentas comunicacionais para o ensino à distância universitário. Também possui experiência no exterior, onde atuou na produção e redação da TV do Campus da Universidade Eberhard Karls, Alemanha.
Para a mestranda Maria Joana Chaise, que vem desenvolvendo pesquisa sobre webjornalismo participativo e jornalismo cívico, “a tecnologia está causando uma ruptura dos modelos convencionais de produção de informações jornalísticas e, ainda, de consumo destes materiais. O próprio ato de ler, agora, é sinônimo de participar. E é da atuação destes leitores – agora chamados repórteres, testemunhas ou mesmo protagonistas –, que surgem novos conteúdos. A proposta da mestranda é “problematizar as características deste conteúdo produzido pelos leitores a partir dos conceitos de jornalismo participativo, colaborativo, cidadão e cívico. Ainda, discutir as implicações da inclusão destes leitores no processo de produção jornalística”. Maria Joana Chaise é graduada em Comunicação Social, habilitação Jornalismo, pela Universidade de Passo Fundo, é especialista em Gestão Estratégica de Marketing em Serviços e Varejo e tem experiência profissional em jornalismo impresso e na área organizacional.
Promovido pelo GPJor – Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo, vinculado à linha de pesquisa Linguagem e Práticas Jornalísticas, do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da UNISINOS, o evento se propõe a debater questões que tangenciam a mobilização por políticas públicas de comunicação que em dezembro culminará na realização da Confecom – Conferência Nacional de Comunicação.
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Outros Temas
Sob o tema central ‘Jornalismo e Cidadania: tecnologias, conteúdos e atores’, o 3º Seminário Aberto de Jornalismo englobará as palestras ‘A mídia e as práticas dos movimentos sociais’, pelos mestrandos do PPGCC/UNISINOS e integrantes do GPJor, Daniel Cassol e Vera Martins; ‘Relações entre pesquisa acadêmica e movimentos sociais’, pela professora doutora Christa Berger, integrante do Grupo; e ‘Sociedade Civil e a Conferência Nacional de Comunicação’, a cargo do professor da UNISINOS Pedro Osório, secretário executivo do FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.
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Inscrições Abertas
O 3º Seminário Aberto de Jornalismo será realizado dia 23, na Sala 3A108, na UNISINOS. O evento vale horas complementares para os estudantes de Graduação da Unisinos. As inscrições podem ser realizadas na Central de Relacionamento UNISINOS.
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(Angela Zamin)

29 maio 2009

Seminário Aberto de Jornalismo em junho


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(clique na imagem para ampliar)
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O GPJor – Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo, vinculado à linha de pesquisa Linguagem e Práticas Jornalísticas, do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da UNISINOS, promove no dia 23 de junho o 3º Seminário Aberto de Jornalismo. Sob o tema ‘Jornalismo e Cidadania: tecnologias, conteúdos e atores’, o evento se propõe a debater questões que tangenciam a mobilização por políticas públicas de comunicação que em dezembro culminará na realização da Confecom – Conferência Nacional de Comunicação.
A iniciativa contempla a abordagem ampla do tema, desde o uso da mídia por movimentos e organizações sociais, passando pelo debate acerca das produções colaborativas que chamam para um jornalismo participativo. Nesta etapa, o Seminário Aberto de Jornalismo contará com a participação dos mestrandos do PPGCC/UNISINOS Daniel Cassol, Grace Bender Azambuja, Maria Joana Chaise e Vera Martins, todos integrantes do GPJor, cujas pesquisas tratam destas questões.
Também será contemplado o debate sobre pesquisa acadêmica e movimentos sociais, pela professora doutora Christa Berger, integrante do grupo, e a discussão acerca da Conferência Nacional de Comunicação, a cargo do professor da UNISINOS Pedro Osório, secretário executivo do FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação. Por meio deste evento, o GPJor se propõe ao debate de temas essenciais da comunicação, que serão ampliados na Conferência Nacional da área.
O 3º Seminário Aberto de Jornalismo será realizado na Sala 3A108, na UNISINOS, a partir das 14h. A participação é gratuita e vale horas complementares para os estudantes de Graduação da UNISINOS. Informações e inscrições na Central de Relacionamento da UNISINOS.
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(Angela Zamin)

24 maio 2009

SBPJor 2009

“A pesquisa em jornalismo em um mundo em transformação” é o tema do VII Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, que será realizado de 25 a 27 de novembro na USP. Promovido pela SBPJor - Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo, o evento acolhe Comunicações Livres e Comunicações Coordenadas. Os trabalhos serão recebidos de 01 de julho a 03 de agosto, através da página www.sbpjor.org.br . Não é necessário pagar inscrição para submeter trabalhos. Os resultados da seleção serão comunicados aos autores das Comunicações Livres e aos proponentes das Comunicações Coordenadas até 25 de setembro.
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(Angela Zamin)

19 maio 2009

Banca de qualificação

“Comunicação e representações do universo feminino: as camponesas do Movimento de Mulheres Camponesas do RS, no jornal Desperta Mulher” é o título do projeto de qualificação da mestranda Vera Sirlei Martins, integrante do GPJor. A sessão pública de defesa acontece nesta quarta, dia 20, às 14h, na sala 3A317. A banca examinadora será formada pelos professores Ronaldo Henn, Nísia Martins do Rosário e Christa Berger (orientadora).
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(Angela Zamin)

28 abril 2009

Encontro de maio

O Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo - GPJor se reúne terça-feira, dia 5, das 14h às 16h, para mais um encontro, quando serão discutidos os textos:
- MARTINI, Stela. Las fuentes periodisticas. In: Periodismo, noticia y noticiabilidad. Buenos Aires: Norma, 2000.
- SANTOS, Rogério. Práticas produtivas e relacionamentos entre jornalistas e fontes de informação. In: TRAQUINA, Nelson et al. O Jornalismo português em análise de casos. Lisboa: Editora Caminho, 2001.
Os próximos encontros serão realizados em 23 de junho e 7 de jullho.
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(Angela Zamin)

27 abril 2009

Palestra sobre indústrias culturais










(clique para ampliar)
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(Angela Zamin)

Banca de qualificação

“Rio Grande de Luto: fotografias jornalísticas do acidente da TAM em Zero Hora, Pioneiro e Diário de Santa” é o título do projeto de qualificação da mestranda Marina Lorenzoni Chiapinotto, integrante do GPJor. A sessão pública de defesa acontece nesta quinta, dia 30, às 14h, na sala 3A317. A banca examinadora será formada pelos professores Ronaldo Henn, Nísia Martins do Rosário e Beatriz Marocco (orientadora), todos da Unisinos.
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(Angela Zamin)

Banca de qualificação

O mestrando Felipe Boff, integrante do GPJor, defende nesta quarta, dia 29, o projeto de qualificação “A transgressão no jornalismo impresso brasileiro”. A banca examinadora será formada pelos professores José Luiz Braga, Beatriz Alcaraz Marocco e Ronaldo Cesar Henn (orientador), todos da Unisinos. A sessão pública de defesa inicia às 14h, na sala 3A317.
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(Angela Zamin)

22 abril 2009

A família em revistas católicas nos anos 80












Doutoranda e Mestre em Ciências da Comunicação pelo PPGCOM Unisinos, graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela UFSM. Interesso-me pelas questões que envolvem jornalismo católico, revistas e as transformações na imprensa brasileira. Mais especificamente, minha pesquisa de doutorado trata da representação da família nas revistas Rainha e Família Cristã na década de 1980. Minha preocupação principal é compreender como esses periódicos estruturam seu discurso sobre a família, num espaço onde circulam valores que vão além da simples reprodução da ideologia católica, no contexto de uma época marcada pelas transformações sociais no seio da família brasileira.
Minha preocupação com o jornalismo católico vem do mestrado, quando desenvolvi dissertação sobre as transformações editoriais de Pe. Lauro Trevisan em Rainha entre os anos 1960 e 1970.

21 abril 2009

13 abril 2009

Aos leitores: a produção das matérias de Veja, Época e Isto É


Aline Weschenfelder, graduada em Comunicação Social: Habilitação Jornalismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS. Meu interesse pela pesquisa acadêmica vem desde 2004, enquanto estudante de jornalismo e bolsista de Iniciação Científica no PPGCOM da Unisinos. Na ocasião pude ter contato com diferentes metodologias de trabalho, principalmente em relação aos estudos de recepção e televisão, que inclusive fizeram parte da temática de minha monografia. Após minha formação como jornalista em 2006, continuei trabalhando como colaboradora em nova pesquisa, ainda no mesmo PPG, onde me surgiu o interesse por entender um lugar diferente daquele da recepção, o da produção. Como mestranda, pretendo estudar as seções editoriais das revistas Veja, Época e Isto É, a partir de uma percepção de auto-referencialidade por parte destas semanais. O teor dos textos das seçãos de cartas aos leitores pode ser a opinião das revistas sobre determinado assunto. Mas, sobretudo, a descrição de processos de produção das matérias por elas publicadas destacando-se as interações que as revistas travam com seus leitores, principalmente através da descrição por elas realizadas sobre as operações feitas e que visam constituir a produção informativa semanal de cada revista. Pretendo entender como as revistas investem nestas seções as possibilidades de criação de novos vínculos de confiança e credibilidade com seu público. E neste caso, como as operações de auto-referencialidade servem para consolidar tais relações.
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(Aline Weschenfelder)

12 abril 2009

Reportagens de Idéias

A professora Beatriz Marocco, integrante do GPJor, participa nesta semana do 6º Congresso SOPCOM, 8º Congresso LUSOCOM e 4º Congresso IBÉRICO, eventos sediados pela Escola de Comunicação, Artes e Tecnologias da Informação da Universidade Lusófona, em Lisboa, Portugal. Na sessão Jornalismo, a Beatriz Marocco irá apresentar o artigo “Reportagens de idéias”: uma contribuição de Foucault ao jornalismo. O artigo trata:

“Michel Foucault (1926-1984) denominou “reportagens de idéias” a uma série de reportagens que fez no Irã. Nosso objetivo no presente texto é descrever, primeiramente, como pretendia contrapor-se, nesta ação, aos relatos das agências de informação que chegavam ao Ocidente sobre a “revolução islâmica” e, ao mesmo tempo, conjugar-se às práticas jornalísticas para enriquecê-las com um olhar local e crítico, do intelectual que testemunha o “nascimento das idéias”. Nas ruas de Qom e Teerã, Foucault entrevista jovens islâmicos, homens da rua, líderes religiosos e velhos guerrilheiros. Pergunta: “O que você quer?” e recebe de quatro entre cinco entrevistados a mesma resposta que o aiatolá Khomeini havia dado a jornalistas em seu exílio em Paris: “Um gobernó islâmico”. Em um segundo movimento, pretende-se avançar no que ainda permanece à sombra da contribuição foucaultiana: a fonte pedagógica. O “rugido da batalha” ouvido na voz da fonte, como sugere Foucault na última frase de Vigiar e punir, não pertence ao quadro do jornalismo hegemônico. Trata-se de uma palavra liberada que não tem o ônus da prova, nem da verdade e nem terá uma forma jornalística prescrita nos livros de estilo. Está francamente em oposição ao modo de objetivação jornalística dos acontecimentos e dos indivíduos que se volta às fontes oficiais que ocupam posições institucionais, fornecem a informação mais rapidamente, a baixo custo, e por isso são mais produtivas, e conferem à informação maior confiança e aparência de verdade. A fonte, desde uma perspectiva foucaultiana, se constitui como sujeito de seu próprio discurso, ocupa um lugar em que não se lhe oprime a um modelo, participa de uma relação que se pretende libertadora da função jornalística e que potencializará, a partir de uma capacidade reflexiva, uma intervenção na realidade dos sujeitos que assumem tal condição”.
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(Angela Zamin)

06 abril 2009

Banca de qualificação

“Produção móvel da notícia: metamorfoses e reconfigurações das práticas jornalísticas na era da mobilidade” é o título do projeto de qualificação da mestranda Grace Kelly Bender Azambuja, integrante do GPJor. A sessão pública de defesa acontece nesta quarta, dia 8, às 15h, na sala 3A301. A banca examinadora será formada pelos professores Beatriz Marocco, Suely Fragoso e Ronaldo Henn (orientador), todos da Unisinos.
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(Angela Zamin)

31 março 2009

Banca de qualificação

O mestrando Daniel Barbosa Cassol, integrante do GPJor, defende nesta quinta, dia 2, o projeto de qualificação “Jornal Brasil de Fato: a imprensa popular alternativa em tempos de crise da esquerda". A banca examinadora será formada pelos professores Antonio Fausto Neto, Ronaldo Cesar Henn e Christa Berger (orientadora), todos da Unisinos. A sessão pública de defesa inicia às 14h, na sala 3A317.
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(Angela Zamin)

24 março 2009

Jornalismo Público na Unisinos FM



A Série Jornalismo Público será um dos temas discutivos na edição desta quarta-feira, dia 25, do programa Blá, Blá, Blá, na rádio Unisinos FM. A entrevista com alunos da disciplina de Crítica das Práticas Jornalísticas, do PPG em Ciências da Comunicação, que participaram da produção dos programas terá início às 13h. A Unisinos FM, 103.3, pode ser ouvida também pela internet, aqui.
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(Angela Zamin)

23 março 2009

Encontros do GPJor

As datas dos próximos encontros do GPJor estão definidas. Serão nas terças-feiras 7 de abril, 5 de maio, 23 de junho e 7 de julho. Os encontros serão realizados das 14h às 16h.
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(Angela Zamin)

19 março 2009

Série JP no J.U Online



A edição de 18 de março do J.U Online traz matéria sobre a Série Jornalismo Público. A notícia chama a atenção para a repercussão que o material teve a partir de sua veiculação pela Agência Chasque. Também faz referência ao blog do GPJor. Confira aqui.
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(Angela Zamin)

17 março 2009

Defesa de dissertação I

A mestranda Ana Claudia da Cruz Melo, integrante do GPJor, defende nesta sexta, dia 20, a dissertação “Dos mercados às redes de comunicação: o fórum de discussão segundo o dispositivo, o espaço e a sexualidade um estudo a partir do GP GUIA.NET". A banca examinadora será formada pelas professoras Fernanda Glória Bruno, da UFRJ, Suely Dadalti Fragoso e Beatriz Alcaraz Marocco (orientadora), ambas da Unisinos. A sessão pública de defesa inicia às 10h, na sala 3A316.
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(Angela Zamin)

16 março 2009

Eventos 2009

Muticom - O Mutirão de Comunicação América Latina e Caribe - Muticom - recebe inscrições até 25 de março. O evento, promovido pela Organização Católica Latino-americana e Caribenha de Comunicação (Oclac), acontece de 12 a 17 de julho, na PUCRS, em Porto Alegre. Informações aqui.
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Intercom Sul - Estão abertas as inscrições para o X Intercom Sul, que acontece de 28 a 30 de maio, na FURB, em Blumenau, Santa Catarina. O prazo para submissão de trabalhos no Intercom Junior, Grupos de Trabalho e Expocom se encerra em 17 de abril. Informações completas aqui.
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- Intercom - A Intercom definiu o cronograma para o XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, que acontece de 4 a 7 de setembro na Universidade Positivo, em Curitiba. As inscrições de trabalho podem ser realizadas entre 6 de abril e 30 de junho, sendo que os interessados em submeter trabalho devem efetuar o pagamento da taxa de inscrição até o dia 25 de junho. O resultado dos trabalhos selecionados será conhecido até 31 de julho. Podem inscrever trabalhos nos Grupos de Pesquisa da Intercom pesquisadores com grau acadêmico de mestre ou doutor ou que comprovem sua matrícula em cursos de mestrado ou doutorado. Detalhes no site da Intercom.
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Rede Alcar - O VII Congresso Brasileiro de História da Mídia será realizado em Fortaleza, de 19 a 21 de agosto de 2009. Promovido pela Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia, o Congresso terá como tema “Tradições e Fronteiras”. A chamada de trabalhos, com informações sobre os GTs e a formato de envio de trabalhos para os pesquisadores, será lançada até o final de março.
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Mídia Cidadã - A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), de Guarapuava (PR), colocou no ar o portal www.unicentro.br/midiacidada2009, com as informações iniciais acerca da 5ª Conferência Brasileira de Mídia Cidadã (Mídia Cidadã 2009), a ser realizada de 8 a 10 de outubro de 2009.
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(Angela Zamin)

11 março 2009

Série JP na agência Chasque


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A Agência Chasque de Notícias, veículo de comunicação voltado para a produção de material jornalístico para rádios e jornais do Rio Grande do Sul, está veiculando a Série Jornalismo Público, produzida na disciplina de Crítica das Práticas Jornalísticas, do PPG em Ciências da Comunicação da Unisinos, sob orientação da professora Beatriz Marocco. No site da Chasque é possível fazer o download gratuito da Série. Para acessar a Chasque, clique aqui. Mais detalhes, aqui.
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(Angela Zamin)

Série JP na Chasque repercute em outros canais

Post no blog Dialógico chama atenção para a reprodução pela agência Chasque do material que compõe a Série Jornalismo Público.

O Coletiva.Net também chama a atenção para a veiculação pela Agência Chasque de Notícias. Confira aqui.

Outro importante canal que está repercutindo a Série Jornalismo Público, a partir da Chasque, é o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação - FNDC. A matéria pode ser acessada aqui.

(Angela Zamin)

04 março 2009

Sobre Teoria do Jornalismo

O livro Jornalismo, fatos e interesses: ensaios de teoria do jornalismo, do professor Wilson Gomes, da UFBA, abre a Série Jornalismo a Rigor, lançada pela Editora Insular em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC. O conjunto de ensaios reunidos neste livro avança em questões como os fundamentos morais da profissão, a ética jornalística e a opinião pública. Wilson Gomes se detém nos conceitos de fato, verdade, perspectiva e interesse, centrais para a Teoria do Jornalismo.
Sob direção do professor Eduardo Meditsch, a Série Jornalismo a Rigor objetiva publicar reflexões acadêmicas de alto nível que contribuam para elevar o senso crítico e a qualidade da prática do Jornalismo como atividade intelectual. Neste sentido, aponta para a construção de uma Teoria do Jornalismo de direito próprio, que responda às questões suscitadas de dentro desta importante prática cultural.
Informações e encomendas pelo e-mail editora@insular.com.br ou pelo site http://www.insular.com.br/
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(Angela Zamin)

02 março 2009

Série JP no blog Diagrama



A Série Jornalismo Público é tema de post no blog Diagrama, do Núcleo de Pesquisa em Jornalismo - NUPEJOR/UFRGS, vinculado ao PPG Comunicação e Informação. Para acessar o post, clique aqui.

(Angela Zamin)