26 setembro 2012

Livro traz entrevistas com jornalistas


O livro O jornalista e a prática: entrevistas (Editora Unisinos, 2012), que será lançado brevemente, é o primeiro produzido no âmbito da pesquisa O controle discursivo que toma forma e circula nas práticas jornalísticas, desenvolvida pela professora Beatriz Marocco com financiamento do CNPq (no período 2010-2012). 

O livro reúne grande parte das entrevistas realizadas com jornalistas brasileiros e estrangeiros, com a participação de docentes e discentes, em sua maioria integrantes do GPJor – Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo (CNPq / Unisinos).

O livro traz 14 entrevistas nas quais os jornalistas falam sobre o saber jornalístico que circula nas redações, por meio de um exercício diário e contínuo. Os entrevistados falam de “influências diretas de colegas que deram impulso às carreiras, sobre hábitos que esboçam a figura do jornalista e algumas marcas da prática que todos compartilham. São aspectos que indicam como se aprende e como se ensina jornalismo na palavra dos jornalistas”.

Nas palavras da professora Beatriz Marocco, “os entrevistados, seguramente, têm voz autorizada para falar sobre a prática jornalística e para encaminhar-me ao horizonte em que se desenha uma teoria da prática jornalística elaborada no domínio que é o deles e o meu”.
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Os entrevistados

A profissionalização do jornalismo
– entrevista com Núbia Silveira, coordenadora do jornal eletrônico Sul21. Foi coautora dos livros Ninguém acreditava e Cyro Martinns, 100 anos – o homem e seus paradoxos. Trabalhou nos jornais Diário de Notícias, Folha da Manhã, Correio da Manhã, Zero Hora, Jornal do Comércio, O Sul e Diário Catarinense.

Do interior para um grande jornal
– entrevista com Celito de Grandi, colunista de Zero Hora. Autor dos livros Loureiro da Silva, o Charrua; Diário de Notícias, o romance de um jornal; Cyro Martins, 100 anos – o homem e seus paradoxos; e Caso Kliemann, a história de uma tragédia. Trabalhou no Diário de Notícias e no Correio da Manhã.

Ponto estratégico
– entrevista com Marta Gleich, diretora de redação de Zero Hora. Trabalha no Grupo RBS há 28 anos. Foi diretora de internet do Grupo.

Sobrevivência na selva
– entrevista com Ricardo Stefanelli, diretor de redação no Diário Catarinense, Jornal de Santa Catarina, Hora de Santa Catarina e A notícia. Foi diretor de redação de Zero Hora e repórter do Diário do Sul.

Eu sou uma escutadeira
– entrevista com Eliane Brum, repórter especial e colunista da revista Época. É autora do romance Uma duas e dos livros de reportagem Coluna Prestas – o avesso da lenda; A vida que ninguém vê e Olho da rua.

O melhor aprendizado
– entrevista com Luiz Cláudio Cunha, autor de Operação Condor – o sequestro dos uruguaios e Assim morreu Tancredo. Foi chefe de redação, em Brasília, das revistas Veja, IstoÉ e Afinal, além dos jornais O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil, Zero Hora e Diário da Indústria e Comércio.

Jornalista e best-seller
– entrevista com Laurentino Gomes, autor dos livros 1808 e 1822. Foi repórter e editor de veículos como O Estado de S. Paulo e Veja.

Vida anfíbia
– entrevista com Carlos Eduardo Lins da Silva, professor universitário na ESPM-SP. Foi repórter, correspondente internacional e editor de opinião nos Diários Associados, secretário de redação e ombudsman da Folha de S. Paulo.

O jornalismo tem que ser a fratura do tempo histórico
– entrevista com Flávio Tavares, colunista de Zero Hora. Autor dos livros Memória do esquecimento; O dia em que Getúlio matou Allende e O Che Guevara que conheci e retratei. Foi correspondente internacional dos jornais Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Excelsior (México).

Uma ponte entre a escrita e o mundo
– entrevista com Alexandra Lucas Coelho, jornalista e escritora portuguesa. Foi correspondente internacional do jornal Público (Portugal). É autora dos livros Oriente próximo; Caderno afegão; Viva México; Tahrir – Os dias da revolução e do romance E a noite roda.

As práticas no ritmo da internet
– entrevista com Liana Pithan, chefe de reportagem do Portal Terra. Trabalhou por dez anos no Correio do Povo.

Caligrafia japonesa
– entrevista com Tony Hara, jornalista e historiador. Trabalhou na rádio UEL FM e no jornal O Popular, de Londrina. É autor do livro Caçadores de Notícias.

A melhor maneira de fazer jornalismo é pela internet (parte 1)
O jornalista e os maus costumes (parte 2)
– entrevista com Gumersindo Lafuente, diretor da edição digital do jornal El País (Espanha). Trabalhou no El Mundo (Espanha) e foi fundador do jornal digital Soitu (www.soitu.es).

A autocensura é um dos perigos do jornalismo
– entrevista com Josep Rovirosa Olivé, defensor do leitor do jornal La Vanguardia (Espanha). Trabalhou nos jornais Diário Vasco, El Correo Catalán e Eco.
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Os entrevistadores

Os entrevistadores foram os professores Beatriz Marocco, Christa Berger e Thaís Furtado, todas da Unisinos, e Reges Schwaab, da UFOP; e os alunos Angela Zamin, Giovanni Rocha, Júlia Capovilla e Marlon Lesniewski, respectivamente, doutoranda e mestrandos em Ciências da Comunicação – atualmente egressos da Unisinos –, e Márcia Veiga, doutoranda em Comunicação e Informação (UFRGS).
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(Angela Zamin)

25 setembro 2012

Qualificação de doutorado no âmbito do dinter Unisinos/UFPI



Na sexta, dia 21, foi realizada a banca de qualificação do projeto de doutorado "Relações de poder e práticas jornalísticas nos jornais impressos em Teresina-PI (1951 a 1954 e 1959 a 1962)", da doutoranda Nilsângela Cardoso Lima. Participaram da sessão os professores doutores José Luiz Braga (Unisinos), Antonio Carlos Hohlfeldt  (PUCRS) e Beatriz Marocco (orientadora).

Nilsângela é aluna do Dinter em Comunicação, desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos na Universidade Federal do Piauí (UFPI). A Unisinos já firmou parcerias interinstitucionais para 7 minters e 1 dinter, voltadas para a formação fora dos centros consolidados de ensino e pesquisa no país.

Síntese do Projeto

Relações de poder e práticas jornalísticas nos jornais impressos em Teresina-PI (1951 a 1954 e 1959 a 1962)

Nilsângela Cardoso Lima

A tese tem como proposta analisar as relações de poder e as práticas jornalísticas nos jornais impressos que circularam em Teresina (PI) no período de 1951 a 1954 e 1959 a 1962, na busca de entender o processo de produção das matérias jornalísticas, que deram dimensão de uma existência verbal aos discursos sobre os governadores Pedro de Almendra Freitas (PSD) e Francisco das Chagas Caldas Rodrigues (PTB-UDN). À luz do referencial teórico e metodológico da análise do discurso faz-se a análise das matérias jornalísticas publicadas pelos jornais O Dia, A Cidade, Jornal do Piauí e Folha da Manhã, cujos conteúdos oferecem na sua superfície o entendimento dos processos de produção de sentido, do controle discursivo e as práticas jornalísticas frente ao contexto político partidário proporcionado pelos governantes do Piauí, ligados aos partidos PSD (1951/54) e PTB-UDN (1959/62). Estruturada em três capítulos, pretende-se compreender como um grupo de intelectuais que atuavam nas redações dos jornais impressos de Teresina foi se constituindo enquanto um grupo social - os jornalistas - e que reivindicam um monopólio do saber - a notícia - veiculando informação através da imprensa e se definindo/constituindo de acordo com as marcas políticas do jornal e da própria vinculação destes aos partidos políticos; analisar a produção de sentidos em torno da imagem do governador Pedro de Almendra Freitas (1951 a 1954) no discurso publicado pelos jornais O Dia e A Cidade e a representação do período político em que o Governo do Piauí ficou sob sua administração; e, por último, analisar as permanências e as rupturas das práticas jornalísticas na produção do discurso relacionado ao governador Chagas Rodrigues, publicados nos jornais O Dia, Jornal do Piauí e Folha da Manhã, no quadriênio em que administrou o Estado do Piauí, 1959 a 1962.
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(Texto: Nilsângela Cardoso Lima / Foto: Angela Zamin)

19 setembro 2012

GPJor terá representantes no 10º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo

Oito trabalhos de membros do grupo de pesquisa estão entre os que serão apresentados em Curitiba, entre 08 e 10 de novembro.


A Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) divulgou nesta quarta-feira, dia 19, a lista dos artigos selecionados para o seu 10º encontro nacional, que ocorre entre os dias 08 e 10 de novembro, em Curitiba (PR).

Serão 158 comunicações livres e 12 comunicações coordenadas. Ao todo, 138 pareceristas trabalharam na avaliação dos trabalhos, sob a coordenação da diretoria científica da entidade, a professora Dra. Luciana Mielniczuk, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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Oito membros do Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo (GPJor) tiveram seus trabalhos aceitos. Apresentarão no 10º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo os doutorandos Carmen Abreu, Felipe de Oliveira e Karine Moura Vieira, e o mestrando Felipe Viero Kolinski Machado, que produziu seu texto em co-autoria com a orientadora, a professora Dra. Christa Berger, a doutora Angela Zamin e a mestra Alciane Baccin, que defenderam tese e dissertação no início de 2012, todos da Unisinos, além da doutoranda Marcia Veiga, da UFRGS. Já a mestranda Carina Mersoni, da Unisinos, cujo artigo é assinado também pela doutoranda Beatriz Sallet, apresentará no II Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo.

Os dois eventos acontecem de 08 a 10 de novembro de 2012 na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). A organização do evento ainda envolve a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Os aprovados devem realizar suas inscrições, de acordo com as normas, para que seus textos integrem os anais; a data limite para pagamento da taxa é 08 de outubro.


Fonte: SBPJor (www.sbpjor.org.br) / Edição: Felipe de Oliveira

14 setembro 2012

Seminário de Tese: Artigos sobre estágio de pesquisa já estão disponíveis

Doutorandas Beatriz Sallet e Karine Vieira falam sobre seus processos de investigação aos membros do GPJor no dia 24 de setembro.

Já estão disponíveis os artigos produzidos pelas doutorandas Beatriz Sallet e Karine Vieira (foto), nos quais relatam o estágio atual de suas investigações.

O encontro do Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo (GPJor) em setembro será dedicado ao Seminário de Tese das doutorandas, no dia 24, segunda-feira, das 14h às 17h.

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Filiadas à linha de pesquisa Linguagem e Práticas Jornalísticas (LP2) no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, ambas estão no segundo ano de curso. Beatriz é orientada pelo professor Dr. Ronaldo Henn e o título atual do seu projeto é As transformações no fotojornalismo a partir das rotinas produtivas. A professora Dra. Beatriz Marocco orienta Karine, que dá atualmente ao seu projeto o título Que importa quem fala? - uma análise sobre alteridade e autoria na produção biográfica jornalística.

Baixe os artigos



DINÂMICA DE TRABALHO - A sessão será dividida em uma hora e meia para o trabalho de cada aluna. Serão 20 minutos para a apresentação do artigo; 10 minutos para cada um dos três professores da  linha de pesquisa comentá-lo - além dos orientadores, a professora Dra. Christa Berger; 10 minutos para as respostas; e 30 minutos para a discussão aberta. Os professores orientam que todos os membros do GPJor leiam os textos com vistas a críticas e sugestões.

(Texto: Felipe de Oliveira / Fotos: arquivo pessoal)

03 setembro 2012

Publicações do GPJor no 1º semestre


Os professores Ronaldo Henn e Christa Berger, integrantes do GPJor, participaram de publicações do Grupo de Pesquisa em Imagem e Socialibidade (GRIS), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A primeira, “Mídia, instituições e valores”, organizada por Vera França e Laura Corrêa, reúne trabalhos apresentados durante o I Colóquio em Imagem e Sociabilidade, realizado em novembro de 2008; enquanto a segunda, “Acontecimento: reverberações”, organizada por Vera França e Luciana de Oliveira, traz os artigos do II Colóquio Internacional em Imagem e Sociabilidade, de maio de 2011. No primeiro livro encontra-se o texto “Padronização do jornalismo e memória coletiva”, de Ronaldo Henn, e no segundo o texto de Christa Berger “Acontecimento e resistência: mulheres contra a Aracruz”.

As apresentações dos livros estão disponíveis para download:
Mídia, instituições e valores

Acontecimento: reverberações

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As doutorandas Beatriz Sallet e Karine Vieira participaram de publicação do Grupo de Pesquisa em Comunicação (Processocom/Unisinos) em parceria com a Rede AMLAT. Beatriz assina o texto “Submersão e emersão do pesquisador no campo de pesquisa: o paradigma tecnológico digital e o fazer do fotojornalista, sob orientação do olhar epistemológico da transmetodologia” e Karine o artigo “Para uma episteme da biografia: Uma reflexão sobre os atravessamentos epistemológicos do biográfico e o seu lugar no jornalismo”. O livro “Epistemologia, investigação e formação científica em comunicação” foi organizado pelos professores Alberto Efendy Maldonado, Maria Elisa Máximo, Juciano de Sousa Lacerda e Graziela Bianchi.

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O mestrando João Vitor Santos participou da publicação “Impacto das novas mídias no estatuto da imagem”, organizada pelos professores Sonia Montaño, Gustavo Fischer e Suzana Kilpp, da Unisinos. João Vitor traz o texto “Do infográfico web à reportagem do Jornal Nacional”. A apresentação do livro encontra-se disponível aqui.
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(Angela Zamin)

Trabalhos de docentes e discentes do GPJor


Integrantes do Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo – GPJor participaram de eventos no Brasil e no exterior no 1º semestre de 2012.

Eventos internacionais
Dois trabalhos foram apresentados no 1º Congreso Internacional sobre estudios de periodismo realizado em Santiago do Chile: “La constitución del periodismo: la entrevista como metodologia de acceso a la práctica periodística” (The constitution of journalism: the interview as a methodology to access the journalistic practice), das professoras Beatriz Marocco e Christa Berger, e “Transformaciones de los acontecimientos y de los periodistas en las redes sociales” (Transformations of the event and journalists on social networks), do professor Ronaldo Henn e da mestranda Kellen Höehr. Além deles, Angela Zamin, doutora pelo PPGCC/Unisinos, apresentou o texto “Conflitos sobre o conflito: crise colomboequatoriana em jornais latino-americanos”, durante o XII Congreso Latinoamericano de Investigadores de la Comunicación, realizado em Montevidéu, Uruguai.
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La constitución del periodismo: la entrevista como metodologia de acceso a la práctica periodística / The constitution of journalism: the interview as a methodology to access the journalistic practice, de Beatriz Marocco e Christa Berger
The practice is fundamental to journalism, in its historicity and in the daily routines. Seen by this way, journalism is affected by structured characteristics reproduced in the dimensions of time and space, and the technological resources and rules outlined in coeval journalistic production. The question that arises then is how to exploit the knowledge that circulates in newsrooms out of the axiom that there is no journalism without practice or restricting it to the idea that practices are materialized in discourse and, therefore, can only be analyzed with the support of exogenous theories?
Two methodological procedures were made toward to the practice; a questionnaire mailed to 746 reporters and 15 journalists were interviewed: Nubia Silveira, Ricardo Stefanelli, Caco arcellos, Laurentino Gomes, Clovis Rossi, Celito De Grandi, Luiz Claudio Cunha, Eliane Brum, Liana Pithan, Marta Gleich, Tony Hara, Alexandra Lucas Coelho, Flávio Tavares, Josep Rovirosa Olive and Gumersindo Lafuente. The two actions were linked to the research project “The discursive control that takes place and circulates in journalistic practices,” covered with funds from CNPq.
This article, based on the interviews, pointed out the two types of consciousness attributed by
Giddens to social workers and found within the first one - the discursive consciousness - five possible routes of access to knowledge that circulates in the newspaper newsrooms. They are: the orientation of the heads, the sample of seniors, intuition, love of reading, the persistence of the own agents.
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Transformations of the event and journalists on social networks / Transformaciones de los 
acontecimientos y de los periodistas en las redes sociales, de Ronaldo Henn e Kellen Höehr
This paper presents the preliminary results of a research that investigates the creation of events through social networking sites. There is already a specific type of event that serves the logic of these networks, especially those whose production and distribution take place from online platforms and digital tools. This paper investigates two cases: the first is about the duo of Brazilian country music singers, Zezé de Camargo and Luciano, who, from an argument that occurred in a concert in the city of Curitiba, announced the end of the partnership.  The video was posted on Youtube and was immediately spread in the social networks, what generated intense conversation about the episode until it became a journalistic event in traditional media. It also examines the organization of a protest against the attack on a gay couple in a street of São Paulo in 2011, completely built through Facebook. From Charles Sander Peirce’s concept of semiosis, a map of construction of these events is drawn with its various ramifications, from the articulations within the network to the production of meanings that they trigger.  The studied events have as an element in common the leading role that social networks had in their constitution. They present the nature of the network and are framed in what is understood now as cyberevent, a category that poses new challenges to the practice of journalism.
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Conflitos sobre o conflito: crise colomboequatoriana em jornais latino-americanos, de Angela Zamin
O texto que segue é resultado de uma analítica sobre um típico acontecimento atípico a partir de sua cobertura em três jornais latino-americanos de referência, o brasileiro O Estado de S. Paulo, o colombiano El Tiempo e o equatoriano El Comercio. Trata-se do Caso Angostura, a forma como denomino a crise colombo-equatoriana desencadeada a partir do ataque do Exército colombiano a um acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) localizado em território equatoriano, em 1º de março de 2008. Tal analítica, fruto do trabalho de doutoramento, explora, no nível discursivo, os diferentes conflitos que o trabalho jornalístico reconhece e materializa. Com o aporte da noção de combates discursivos (Foucault, 2006 e 2008) e trajeto temático (Guilhaumou, 2010), o artigo apresenta um exercício de análise da produção jornalística deste acontecimento, no período de março de 2008 a agosto de 2009, em dois níveis discursivos, o fato social ou o conflito que compete por espaço no discurso jornalístico e a significação do mesmo pelos jornais analisados.
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Eventos Nacionais
O mestrando Felipe Kolinski Machado participou do Intercom Sudeste 2012, realizado em Ouro Preto (MG), com o artigo “A construção de sentidos sobre a morte: Percepções críticas sobre o viver e o morrer em Veja”. Já Aline Dalmolin, doutora pelo PPGCC/Unisinos, apresentou o trabalho “Por uma História da Imprensa Católica Brasileira” no 4º Encontro do Núcleo Gaúcho de História da Mídia, realizado na Unipampa, São Borja (RS).
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A construção de sentidos sobre a morte: Percepções críticas sobre o viver e o morrer em Veja, de Felipe Kolinski Machado
Resumo: O objetivo central do presente ensaio é refletir sobre os sentidos que se constroem sobre a morte no jornalismo. Para isso, parte-se de uma perspectiva crítica, ancorando-se em Kant (2008) e Foucault (1990), toma-se como corpus sete reportagens publicadas em Veja, as quais tinham como pauta o óbito de personalidades públicas, e tem-se em Ariès (2007) e em Elias (2001) um referencial teórico que baseia a reflexão acerca da morte e em Quéré (2005) uma possibilidade de vê-la como um acontecimento. Em linhas gerais, conclui-se que a morte tende a ser recalcada e sobrepujada por outras questões, que a sua discussão revela campos problemáticos e que, ao se propor a falar de morte, na verdade, discute-se essencialmente a vida.
Texto completo: aqui
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Por uma História da Imprensa Católica Brasileira, de Aline Dalmolin
Resumo: O artigo esboça uma reflexão de cunho historiográfico sobre a construção de uma história da imprensa católica no Brasil, elencando alguns dos autores que se voltaram ao tema. A partir da leitura dos autores e da observação empírica, busca-se sistematizar uma nova  periodização, que considera o Concílio Vaticano II como  divisor de águas para a imprensa católica no século XX. Os casos das revistas Rainha e Família Cristã servem como exemplo ilustrativo para se pensar o quadro das transformações ocorridas ao longo do século, problematizadas em suas perspectivas pré e pós-conciliar.
Texto completo: aqui
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(Angela Zamin)

20 agosto 2012

Usos sociológicos da entrevista podem ser múltiplos, defende Enrique Santamaría

Professor da Universidade Autônoma de Barcelona é o convidado do V Seminário Aberto de Jornalismo, no PPGCCom da Unisinos.


Começou nesta segunda-feira, dia 20, o V Seminário Aberto de Jornalismo, que este ano recebe o sociólogo Enrique Santamaría. Professor da Universidade Autônoma de Barcelona,  da Espanha, ele falará até quinta, 23, sobre os usos sociológicos da entrevista. As atividades ocorrem no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, em São Leopoldo.

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O sociólogo defende que, como método, a entrevista é capaz de produzir informações reveladoras às investigações. “A investigação sociológica é um ofício. Diante de uma prática cada vez mais industrializada, sofisticada, da sociologia, está em oposição; é uma prática mais artesanal”, defende, ao propor a ida ao campo dos próprios investigadores para a realização das entrevistas. “A interpretação das respostas do entrevistado já é parte das análises. Não basta pegar as transcrições”, justifica.

Como introdução aos temas que serão debatidos nos próximos dias, Santamaría apresentou questões metodológicas e definiu o papel do investigador ante a técnica da entrevista. No final, desafiou os participantes a produzirem uma síntese sobre a relação entre a entrevista jornalística e a entrevista sociológica. O trabalho deve ser entregue na última sessão.

O tema do seminário é “Técnicas conversacionales em la investigación social” e os encontros ocorrem entre 14h e 17h30min. A promoção é da linha de pesquisa Linguagem e Práticas Jornalísticas e do Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo (GPJor). A presença do professor espanhol no Brasil foi viabilizada pelo programa Professor Visitante do Exterior (PVE), da Capes.

(Texto e foto: Felipe de Oliveira)

17 agosto 2012

Seminário de Tese discute fotografia e autoria no jornalismo

Doutorandas Beatriz Sallet e Karine Vieira vão falar sobre o estágio atual das suas pesquisas durante encontro do GPJor em setembro.

O encontro do Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo (GPJor) do mês que vem já tem pauta definida: será dedicado ao Seminário de Tese de duas alunas do doutorado.

Beatriz Sallet e Karine Vieira (foto, da esquerda para direita) terão a oportunidade de apresentar a professores e colegas o estágio atual de suas pesquisas e colher críticas e sugestões. A atividade ocorre no dia 24 de setembro, uma segunda-feira, das 14h às 17h.

Ambas as doutorandas estão no segundo ano do curso no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, linha de pesquisa Linguagem e Práticas Jornalísticas. Beatriz é orientada pelo professor Dr. Ronaldo Henn e o título atual do seu projeto é As transformações no fotojornalismo a partir das rotinas produtivas. A professora Dra. Beatriz Marocco orienta Karine, que dá atualmente ao seu projeto o título Que importa quem fala? - uma análise sobre alteridade e autoria na produção biográfica jornalística.

O Seminário de Tese é uma tradição do PPG em Ciências da Comunicação da Unisinos e antecede a banca de qualificação. É o momento em que os doutorandos começam a submeter o andamento de suas pesquisas às discussões mais formais entre os pares. É realizado, normalmente, no segundo ano de curso.

Dinâmica de trabalho

Beatriz e Karine vão produzir um artigo com aproximadamente 30 mil caracteres, respeitando as normas da ABNT, que será encaminhado aos professores da linha – além dos dois orientadores, a professora Dra. Christa Berger – e aos membros do GPJor antes do encontro, por e-mail. O texto deve relatar o estágio atual de suas pesquisas.

A sessão será dividida em uma hora e meia para o trabalho de cada aluna. Serão 20 minutos para a apresentação do artigo; 10 minutos para cada professor comentá-lo; 10 minutos para as respostas; e 30 minutos para a discussão aberta com o grupo.

PRÓXIMOS ENCONTROS – Em agosto, o encontro do GPJor é substituído pelo seminário sobre “Entrevista”, entre os dias 20 e 23, com o sociólogo Enrique Santamaría, professor da Universidade Aberta de Barcelona. O restante do calendário para o segundo semestre prevê encontros nos dias 22 de outubro e 19 de novembro, sempre das 14h às 17h.

(Texto: Felipe de Oliveira / Fotos: arquivo pessoal)

09 agosto 2012

V Seminário Aberto de Jornalismo recebe sociólogo Enrique Santamaría

Professor da Universidade Autônoma de Barcelona estará na Unisinos entre os dias 20 e 23 de agosto.

O sociólogo Enrique Santamaría (foto), professor da Universidade Autônoma de Barcelona, da Espanha, é o convidado do V Seminário Aberto de Jornalismo.

O evento organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos esse ano ocorre entre 20 e 23 de agosto e é aberto a pesquisadores e estudantes da área. Para saber como fazer para participar, basta entrar em contato com a Secretaria pelo telefone (51) 3590-8131 ou pelo e-mail poscom@unisinos.br.

O tema do seminário é “Entrevista”. Segundo a professora Dra. Beatriz Marocco, da linha de pesquisa Linguagem e Práticas Jornalísticas, responsável pelas atividades, as quatro sessões que contarão com a participação de Santamaría, sempre às tardes, serão centradas nos usos sociológicos e comunicacionais em que se desenvolvem os processos de preparação, realização, registro e tratamento de informações obtidas em entrevistas.

O sociólogo espanhol estará no Brasil através do programa Professor Visitante do Exterior (PVE), da Capes, e participa também de atividades acadêmicas na UNESP, em São Paulo, e na UFRGS, em Porto Alegre.

(Texto: Felipe de Oliveira / Foto: Fòrum de Debats/reprodução)

23 julho 2012

SBPJor: Prorrogado prazo para submissão de artigos ao 10º encontro

Nova data limite é 10 de agosto. Decisão deve-se à greve nas universidades federais.


Quem que já tinha desistido de submeter artigo ao 10º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo em função da proximidade da data limite recebeu uma boa notícia nesta segunda-feira, 23. A Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) decidiu prorrogar o prazo, que acabava no dia 31 de julho, até 10 de agosto.

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De acordo com a diretoria da SBPJor, a justificativa é a mobilização de docentes, estudantes e técnico-administrativos nas universidades federais de todo o país (na foto, ato em frente ao Ministério da Educação, em Brasília). Representantes do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) reuniram-se com o governo federal nesta segunda, mas não houve acordo e a greve da categoria seguirá durante as negociações por reposições salariais. O movimento começou em maio e, segundo o Andes, já tem a adesão de 58 instituições.

Em 2012, o encontro anual da SBPJor acontece de 08 a 10 de novembro na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). A organização do evento ainda envolve a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). A prorrogação do prazo de submissão vale também para o II Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo, que ocorre nas mesmas datas e local.


Fonte: SBPJor / Foto: Andes (www.andes.org.br)


(Felipe de Oliveira / Edição)

01 junho 2012

GPJor recebe autores de artigos para a Compós



Adriana Kurtz, Frederico Tavares e Gabriela Zago participam do encontro do dia 18 de junho, na Unisinos.


A terceira reunião do Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo (GPJor) já tem pauta definida. Serão debatidos artigos apresentados no XXI Encontro Anual da Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Comunicação (Compós). E com a presença dos autores. Adriana Kurtz, Frederico Tavares e Gabriela Zago apresentam seus textos e, em seguida, participam de um bate-papo. O encontro ocorre no dia 18 de junho, segunda-feira, às 14h30min, no prédio de aulas do PPGCom da Unisinos.

A “charge ideológica” de Marco Aurélio em Zero Hora foi escrito por Adriana Kurtz, doutora em Comunicação e Informação (2007) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Frederico Tavares, doutor em Ciências da Comunicação (2011) pela Unisinos – durante o doutoramento foi membro do GPJor – e professor da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), escreveu Mise en abyme e editoração: sobre o jornalismo de revista e seu infinito singular. E a doutoranda Gabriela Zago, do PPG em Comunicação e Informação da UFRGS, é autora de Da circulação à recirculação jornalística: filtro e comentário de notícias por interagentes no Twitter.

Os três pesquisadores tiveram seus artigos aceitos no GT Estudos de Jornalismo, coordenado pelo professor Ronaldo Henn, da Unisinos, membro do GPJor. Para acessar os trabalhos na íntegra basta acessar a biblioteca digital do site da Compós e selecionar o texto pretendido.

(Felipe de Oliveira)

31 maio 2012

Membro do GPJor ministra curso de rádio e TV


Curso de extensão na Universidade Feevale terá aulas com o jornalista João Vitor Santos. Inscrições vão até o dia 07 de junho.

Os próximos dois meses serão intensos para o mestrando João Vitor Santos (foto), membro do Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo (GPJor). Além de passar pelo exame de qualificação, marcado para o dia 11 de julho, ele ministra, entre 09 de junho e 28 de julho, curso de produção em rádio e TV na Universidade Feevale, em Novo Hamburgo.

Conforme Santos, o objetivo é discutir as atribuições, a importância e as rotinas de trabalho de um produtor. Para isso, visa a reproduzir, de forma prática, o desenvolvimento de tarefas diárias da função.

João Vitor Santos é graduado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Unisinos e ingressou no PPGCCom em 2011, na Linha de Pesquisa de Linguagem e Práticas Jornalísticas (LP2), sob a orientação da professora Dra. Beatriz Marocco. Ele trabalha como produtor executivo da rádio Gaúcha, do Grupo RBS.

As inscrições para o curso vão até o dia 07 de junho. Para saber mais basta acessar o endereço eletrônico:
www.feevale.br/extensao/curso-producao-em-radio-e-tv.

(Texto: Felipe de Oliveira / Foto: arquivo pessoal)

28 maio 2012

Jornalismo e a cultura da alteridade

Marcia Veiga*
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Caras e caros colegas do Grupo de Pesquisa,
A propósito de alguns dos temas surgidos em nossa discussão no último encontro – a dificuldade na prática do exercício da alteridade no jornalismo (e pelos jornalistas) e a possível necessidade de investimento em pesquisas que possam adentrar além nos processo simbólicos de produção de notícias – resolvi tomar a liberdade de partilhar um texto que, infelizmente, só muito recentemente (nessa última semana) vim a conhecer.
O texto Jornalismo e a cultura da alteridade, de Stuart Allan (pesquisador da Universidade de Bournemouth, Reino Unido), publicado na revista Brasileira da SBPJOR (BRAZILIAN JOURNALISM RESEARCH - Volume 6 - Número 2 – 2010) traz uma revisão de pesquisas e de  ações (inclusive de veículos), desenvolvidas muito recentemente na Europa,  que dão não apenas a dimensão da participação do jornalismo no sistema de valores de uma sociedade, bem como identificam  o reconhecimento dos impactos sociais, mercadológicos e profissionais negativos desta imbricação, e as ações que vem sendo estimuladas para transformar a prática jornalística numa ação de responsabilidade social.
O reconhecimento das desigualdades de gênero, classe, raça, etnia dentro das redações e nas próprias notícias (inclusive a constatação de que o jornalismo é masculino também em seus valores de profissão), bem como os impactos da pouca diversidade de identidades sociais entre os profissionais (majoritariamente formados por homens, brancos, ocidentais, heterossexuais, com valores judaico-cristãos),  e as implicações diretas nas relações de poder e nos discursos noticiosos, majoritariamente marcados pela ausência do exercício de alteridade, são algumas das discussões propostas no texto.
O encontro com esse texto particularmente me tocou por demonstrar semelhanças entre os dados das pesquisas apresentadas e os dados de pesquisa que obtive durante o estudo de mestrado. Também outras questões abordadas no artigo fazem sentido agora (também em decorrência da pesquisa anterior) por estarem relacionadas a temas que me interessam investigar no doutoramento, e que envolve pensar a formação do jornalista. Ao longo de todo o artigo fui positivamente surpreendida. Tomar conhecimento, por exemplo, de que há, por meio de veículos de imprensa do Reino Unido, ações visando à promoção do exercício de alteridade na produção das notícias e o aumento da diversidade de pessoas e pensamentos (nas redações e nas próprias notícias), partidas do reconhecimento da participação do jornalismo na produção de valores e de desigualdades, me devolveu a esperança de pensar novos modos de reflexão e de prática desta profissão. Igualmente a referência direta do autor às escolas de jornalismo como um espaço importante para uma transformação nesse sentido me encorajou a seguir adiante.
Assim, partilho com vocês o texto com o desejo de que lhes possa trazer tão boas sensações e conhecimentos quanto as que provocou em mim.
Um abraço.
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Marcia Veiga é jornalista, mestre e doutoranda em Comunicação e Informação (UFRGS), autora da dissertação Masculino, o gênero do jornalismo: um estudo dos modos de produção das notícias. Membra do Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo (GPJor) do PPGCCOM da Unisinos.

10 maio 2012

SBPJor 2012: Submissão de trabalhos para o 10º encontro começa em junho

Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo acontece de 08 a 10 de novembro, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).



Os interessados em participar do 10º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, que acontece em Curitiba (PR), em novembro, podem enviar seus artigos de 15 de junho a 31 de julho. Esse é o mesmo período para submissão de trabalhos no II Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo, que integra o evento. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira, dia 10, pela Comunicação da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor).

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O tema da edição 2012 é Pesquisa em Jornalismo na América Latina. “Pretendemos intensificar o diálogo com os colegas pesquisadores de países vizinhos e que trabalham com problemáticas semelhantes”, explica a diretora científica da associação, Luciana Mielniczuk.

Os trabalhos dirigidos ao 10º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo podem ser inscritos em duas modalidades: Comunicações Livres ou Comunicações Coordenadas. Cada Coordenada pode ter de quatro a seis trabalhos, com pelo menos três autores doutores de diferentes instituições, e deve ser proposta por um associado pleno (doutor) da SBPJor. Já no II Encontro de Jovens Pesquisadores, coordenado pelos professores Victor Gentilli e Josenildo Guerra, a única forma de submissão é em Comunicações Livres.

Não é necessário pagar inscrição para submeter trabalhos em nenhum dos dois eventos; apenas para apresentá-los caso sejam aprovados. O resultado final da avaliação dos textos será divulgado no dia 25 de setembro.

ENCONTRO - O 10º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo acontece de 08 a 10 de novembro de 2012 na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). A organização do evento ainda envolve a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Universidade Tuiuti do Paraná (UTP).

Fonte: SBPJor

(Felipe de Oliveira / Edição)

Inscrições para o Prêmio Adelmo Genro Filho 2012 vão até 10 de agosto


Trabalhos apresentados ou defendidos no ano passado podem concorrer à sétima edição da premiação oferecida pela SBPJor.

Estão abertas até o dia 10 de agosto de 2012 as inscrições para o Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo (PAGF), concedido anualmente pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). São quatro modalidades: Iniciação Científica e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), Mestrado, Doutorado e categoria Sênior.

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Este ano, na sétima edição, o PAFG é coordenado pelo professor Leonel Azevedo de Aguiar, do curso de Comunicação Social da PUC-Rio. Além de destacar a importância acadêmica e para a carreira profissional dos premiados, ele ressalta que a iniciativa da SBPJor consolida a especificidade do campo dos estudos em jornalismo na área da comunicação e na grande área das ciências sociais aplicadas. “A sétima edição do prêmio demonstra a qualidade teórica e o amadurecimento das pesquisas em jornalismo realizadas no país”, defende Aguiar.

Para a presidente da SBPJor, Dione Moura, trata-se de um reconhecimento que contempla todas as etapas da vida do pesquisador, desde os iniciantes aos acadêmicos cuja carreira já está consolidada. “O PAGF permite dar visibilidade ao trabalho realizado nas universidades e instituições de pesquisa de todas as regiões do país”, argumenta. Ainda segundo Dione, a expectativa é de que, além de aumentar o número de inscritos, aumente também a diversidade das instituições a que estão filiados os participantes. “Queremos receber trabalhos de todo o Brasil.”

Fonte: SBPJor

(Felipe de Oliveira / Edição)

07 maio 2012

Encontro discute possibilidades teóricas para a pesquisa em Jornalismo


Texto do professor português Nelson Traquina é o ponto de partida para o debate que ocorre no dia 17 de maio.
       
A fase inicial de um projeto de pesquisa é marcada por decisões e uma delas – das mais relevantes – envolve que teorias utilizar para compreender os objetos de estudo. Por isso a segunda reunião do ano do GPJor debate as possibilidades teóricas para a pesquisa em Jornalismo. Um esforço colaborativo no sentido de contribuir, sobretudo, para o delineamento dos projetos de alunos que ingressaram no mestrado e no doutorado em 2012. Será no dia 17 de maio (quinta-feira), às 14h30min.

Para iluminar a discussão, os professores coordenadores do grupo – Beatriz Marocco, Christa Berger e Ronaldo Henn – indicam o artigo O estudo das notícias no fim do século XX, do professor português Nelson Traquina. Trata-se de minucioso levantamento das várias entradas teóricas do Jornalismo. “Tentaremos também avançar na perspectiva de agregar ao levantamento do autor português possibilidades que se constituíram nesses primeiros anos do século XXI”, antecipa Henn. Todos os membros devem ler o texto com o compromisso de elaborar uma questão para o debate.

Na abertura dos trabalhos, os ingressantes que não puderam participar da primeira reunião, em abril, farão a apresentação dos seus projetos de pesquisa. Carina Mersoni, Iuri Rodrigues e João Paulo Fontoura, do mestrado, e Carmen Abreu, do doutorado, terão aproximadamente 10 minutos, cada um, para a exposição e depois poderão colher sugestões dos colegas e professores. Para saber mais sobre os encontros do GPJor basta entrar em contato pelo e-mail estudosemjornalismo@gmail.com.

(Felipe de Oliveira)

20 abril 2012

4ª Congresso Internacional Cult de Jornalismo Cultural

Para saber detalhes sobre o congresso que ocorre em maio, em São Paulo, clique na imagem abaixo.

(Felipe de Oliveira)

10 abril 2012

Novos membros falam sobre projetos de pesquisa

Primeiro encontro do ano teve ainda relato sobre o andamento da investigação do doutorando Ionio da Silva


O primeiro encontro do Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo (GPJor) em 2012 foi marcado pelas apresentações. Os novos membros, cujo ingresso nos cursos de mestrado e doutorado do PPGCCOM da Unisinos ocorreu em março, falaram sobre seus projetos de pesquisa e colheram sugestões dos professores e colegas. Foi na segunda-feira, dia 09, no Centro de Ciências da Comunicação (foto).

Segundo a professora Christa Berger, o propósito era saber mais sobre as propostas de pesquisa e socializá-las entre todos os membros. “Um momento muito mais de escuta [para os novos alunos] do que de defesa do projeto. É apenas um esboço do que será a dissertação”, explica. “Sabendo um pouco mais das pesquisas de cada um vamos preparar os próximos encontros”, antecipa o professor Ronaldo Henn. A professora Beatriz Marocco também participou dos trabalhos, fazendo sugestões aos projetos.


Depois de ficar afastada durante a licença maternidade, a mestranda Júlia Capovilla, da turma de ingresso em 2010, orientada pela professora Beatriz, voltou ao grupo. Ela deu à luz a Augusta, em agosto do ano passado. Seu prazo para defesa da dissertação foi prorrogado e o curso deve ser concluído em junho.


Na segunda parte do encontro, o doutorando Ionio Alves da Silva, da Universidade Federal do Piauí (UFPI), relatou o andamento da pesquisa que faz sob a orientação de Ronaldo Henn, no projeto Dinter Unisinos/UFPI. Ele investiga a produção jornalística de Carlos Castelo Branco, no Jornal do Brasil, no período da ditadura militar. Metodologia, principais teorias mobilizadas e bibliografia acessada fizeram parte do relato, além da seleção do corpus que será analisado.

PRÓXIMO ENCONTRO – E fique atento: a data do próximo encontro do GPJor mudou. Será no dia 17 de maio, uma quinta-feira. Isso porque na segunda alguns membros têm outros compromissos profissionais e acadêmicos, o que inviabilizaria suas participações – como ocorrera na primeira reunião. A mediação possível foi alternar os dias para a realização dos encontros do primeiro semestre entre segundas e quinta-feiras.


Os projetos

Taís Seibt abriu os trabalhos apresentando sua proposta, que visa a compreender a incidência da internet nas práticas de uma redação de jornal impresso. A mestranda pretende comparar a série de reportagens “Brasil de Bombachas”, de Zero Hora, publicada originalmente no impresso, na década de 90, e refeita no ano passado. Em seguida, a doutoranda Antonia Costa falou do projeto que refletirá sobre a produção radiofônica da Rede de Notícias da Amazônia, com um olhar especialmente voltado ao jornalismo ambiental.


Analisar a credibilidade do jornalismo na internet é o que propõe o mestrando Pedro Barbosa. Para tanto, pretende debruçar-se sobre a notícia equivocada da morte do comunicador Amin Khader, em 2011, que acabou desmentida depois de ser veiculada pela TV Record a partir de boatos que circularam no Twitter. O último a apresentar-se foi Felipe de Oliveira. O doutorando pesquisará o ciclo do acontecimento sobre os movimentos sociais e propõe o acompanhamento das rotinas de produção de três jornais de referência: um no Brasil; um nos Estados Unidos; e um na Espanha.


A definição sobre quem serão os professores orientadores dos alunos que ingressaram em 2012 na LP2 - Linguagem e Práticas Jornalísticas – assim como nas demais linhas de pesquisa – ainda não foi divulgada pela coordenação do PPGCCOM. A expectativa é que o anúncio saia até o final desta semana.
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(Texto e foto: Felipe de Oliveira)

23 março 2012

Marcada primeira reunião do ano

Ingressantes farão apresentação de seus projetos e doutorando fala sobre seu processo de pesquisa
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A primeira reunião do Grupo de Pesquisa em Jornalismo (GPJor) será no dia 09 de abril, segunda-feira, às 14h30min, em uma das salas de aula do PPGCOM da Unisinos.
A pauta será dividida entre a apresentação informal dos projetos de pesquisa dos ingressantes no mestrado e no doutorado e uma apresentação do estágio da pesquisa do doutorando Ionio Alves da Silva, da Universidade Federal do Piauí (UFPI), orientado pelo professor Ronaldo Henn através do projeto Dinter Unisinos/UFPI. Ionio investiga processos de produção de sentido das colunas do jornalista Carlos Castelo Branco no período da ditadura militar.
O GPJor tem reuniões mensais e as próximas estão marcadas para os dias 14 de maio e 18 de junho, sempre às 14h30min.
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(Felipe de Oliveira)

05 março 2012

Agenda: defesa de teses e dissertações

Já estão agendadas as sessões públicas de defesa de tese e dissertação de alguns integrantes de GPJor - Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo, conforme segue:
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23 de março de 2012 - 15h - Sala 3A421
Defesa de Dissertação:
Além das mídias. O que os livros revelam sobre as práticas de repórteres internacionais, de Giovanni Rocha
Banca examinadora: Carlos Eduardo Lins da Silva (ESPM/SP), Christa Berger (Unisinos) e Beatriz Marocco (orientadora)
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30 de março de 2012 - 14h
Defesa de Tese:
O discurso sobre aborto em revistas católicas: Rainha e Família Cristã (1980-1990), de Aline Dalmolin
Banca examinadora: Marcia Benetti (UFRGS), Beatriz Marocco (Unisinos), Joana Puntel (Fapcom), Viviane Borelli (UFSM) e Christa Berger (orientadora)
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2 de abril - 14h - Sala 3A421
Radiojornalismo e internet: um estudo da Rádio Catarinense AM da cidade de Joaçaba, de Marlon Lesnieski
Banca examinadora: Evandro Guindani (Unoesc), Ronaldo Henn (Unisinos) e Christa Berger (orientadora)

4 de abril de 2012 - 9h
Defesa de Dissertação: 
Produção da notícia e movimentos sociais: processos de semiose no Jornalismo, de Felipe Moura de Oliveira
Banca examinadora: Aline Maria Grego Lins (Unicap), Christa Berger (Unisinos) e Ronaldo Henn (orientador)
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13 de abril de 2012 - 14h
Defesa de Tese:
Nos jornais, um típico acontecimento atípico: O Caso Angostura em diários latino-americanos de referência, de Angela Zamin
Banca examinadora: Fernando Resende (UFF), Eduardo Meditsch (UFSC), Christa Berger (Unisinos), José Luiz Braga (Unisinos) e Beatriz Marocco (orientadora)