
27 fevereiro 2009
26 fevereiro 2009
25 fevereiro 2009
24 fevereiro 2009
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20 fevereiro 2009
19 fevereiro 2009
18 fevereiro 2009
3. Há jornalismo público no Brasil?

O terceiro programa da Série Jornalismo Público dá continuidade ao debate iniciado nos dois primeiros acerca do uso, no Brasil, da expressão jornalismo público e também sobre a existência de um jornalismo deste tipo. A partir de um conjunto de indagações – há jornalismo público no Brasil? um meio comercial pode praticá-lo? ele está vinculado somente às tevês e rádios públicas, de fundações educativas e de governo? – o programa reúne quatro entrevistados, os professores Eugênio Bucci, da USP, e Luiz Martins da Silva, da UnB; a diretora de jornalismo da Empresa Brasil de Comunicação, Helena Chagas; e o jornalista e coordenador do Projeto Donos da Mídia no Brasil, James Görgen.
O professor Eugênio Bucci, pesquisador visitante da USP e ex-presidente da Radiobrás, diz da dificuldade em definir quem pode praticar jornalismo público. Para ele, "uma sociedade precisa de comunicação pública, além da modalidade de comunicação comercial, e o que dá a diferença de uma e de outra são as finalidades, a natureza do veículo em que ela é praticada e o modelo de gestão". A jornalista Helena Chagas, diretora de jornalismo da Empresa Brasil de Comunicação, responsável pela TV Brasil, tem opinião contrária, já que considera o jornalismo, de modo geral, como público. Segundo a jornalista, mesmo o jornalismo praticado "por veículos chamados comerciais, eles estão atendendo a uma concessão da sociedade e eles têm uma responsabilidade social".
Já o jornalista James Görgen, que integrou o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação e o Conselho Deliberativo da Fundação Cultural Piratini, mantenedora da TVE e da FM Cultura no Rio Grande do Sul, acredita que existam obstáculos à função pública do jornalismo, o que dificulta seu exercício em todos os espaços. Faz a ressalva de que "como ideal" defende o exercício em diferentes canais.
Para o professor Luiz Martins, as possibilidades de se fazer jornalismo público são múltiplas, mas resultam de diferenciais, como "informações estritamente de interesse público e não comercial, de utilidade pública e a informação como um serviço ao público".
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Para ouvir o programa, clique no player acima. Para baixá-lo, aqui.
17 fevereiro 2009
16 fevereiro 2009
10 fevereiro 2009
Inscrições abertas para Muticom
Está aberto até o dia 25 de março o prazo para inscrições de trabalhos no Mutirão de Comunicação América Latina e Caribe (Muticom). O evento, promovido pela Organização Católica Latino-americana e Caribenha de Comunicação (Oclac), acontece de 12 a 17 de julho, na PUC-RS em Porto Alegre.
Os eixos temáticos do Muticom são “Novos cenários políticos e sociais latino-americanos e os processos de comunicação”, “Economia e comunicação na era digital” e “Comunicação no diálogo das culturas”.
Os trabalhos aceitos serão publicados nos Anais das Produções Científicas do evento. Aqueles que desejarem se organizar em grupos de discussão deverão fazê-lo de forma autônoma em relação à organização do Muticom.
Os quatro melhores trabalhos concorrerão a uma passagem com estadia e participação gratuita no encontro. Serão premiados dois trabalhos da categoria “Professores, estudantes de pós-graduação e outros profissionais” e dois da categoria “Estudantes de graduação”.
Mais informações no site do evento.
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(Daniel Cassol)
Os eixos temáticos do Muticom são “Novos cenários políticos e sociais latino-americanos e os processos de comunicação”, “Economia e comunicação na era digital” e “Comunicação no diálogo das culturas”.
Os trabalhos aceitos serão publicados nos Anais das Produções Científicas do evento. Aqueles que desejarem se organizar em grupos de discussão deverão fazê-lo de forma autônoma em relação à organização do Muticom.
Os quatro melhores trabalhos concorrerão a uma passagem com estadia e participação gratuita no encontro. Serão premiados dois trabalhos da categoria “Professores, estudantes de pós-graduação e outros profissionais” e dois da categoria “Estudantes de graduação”.
Mais informações no site do evento.
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(Daniel Cassol)
09 fevereiro 2009
Curso de jornalismo digital
O Centro Knight para o Jornalismo nas Américas está com inscrições abertas para o curso Introdução ao Jornalismo 2.0: oportunidades e desafios na era digital, que está sendo oferecido pela terceira vez. Trata-se de um curso especial para jornalistas brasileiros, que será ministrado entre os dias 9 de março e 5 de abril, em português. O curso irá tratar das novas ferramentas e tarefas do jornalismo na web, weblogs e podcasts, áudio e fotos digitais no jornalismo online, interatividade entre jornalistas e o público na era digital, e a convergência multimídia. As vagas são limitadas e as inscrições para o processo seletivo se encerram no dia 22 de fevereiro. O curso, gratuito, desenvolvido pelo jornalista e professor brasileiro Carlos Castilho, reflete o novo foco do Centro Knight como um centro de treinamento em mídias digitais. Castilho traduziu para o português o livro Jornalismo 2.0: como sobreviver e prosperar, de Mark Briggs: Um guia de cultura digital na era da informação.
Mais detalhes sobre o curso, aqui. Inscrição aqui.
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(Angela Zamin)
Mais detalhes sobre o curso, aqui. Inscrição aqui.
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(Angela Zamin)
Sobre blogs e comunicação

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As pesquisadoras Adriana Amaral, Raquel Recuero e Sandra Montardo são as organizadoras do livro Blogs.com. Estudos sobre blogs e comunicação. Lançado no final de janeiro, durante o Campus Party, com selo da Momento Editorial, o livro apresenta o ‘estado da arte’ da pesquisa sobre blogs no Brasil a partir de 12 artigos, distribuídos em dois capítulos, o primeiro, dedicado a definições, tipologias e métodos, faz um apanhado de formas de pesquisa e do objeto blog; o segundo, usos e apropriações, discute as várias formas dos blogs. O livro tem prefácio do professor André Lemos e posfácio de Henrique Antoun, além de artigo dos pesquisadores Jan Schmidt (blogosfera alemã), Marcelo Träsel (“vitória de Pirro dos blogs”), Adriana Braga (teoria e método no estudo dos blogs), Rosa Meire Carvalho de Oliveira (blogs e escrita de si), Fernando Firmino da Silva (relações entre blogs, microblogs e jornalismo), Maria Clara Aquino (blogs, web 2.0 e informação), Juliana Escobar (blogs como categorias do webjornalismo), Leonardo Foletto (campo do jornalismo diante da blogosfera), Rogério Christofoletti (blogs como ferramentas de ensino), Helaine Abreu Rosa e Octávio Islas (relação México- Brasil, discussão sobre blogs e educação), Cláudio Penteado, Marcelo dos Santos e Rafael Araújo (blogs e política) e ainda um artigo das organizadoras (mapeamento dos estudos de blogs no Brasil e no exterior). O livro está disponível para download gratuito aqui.
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(Angela Zamin)
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